Na tarde desta quarta-feira, a chuva venceu o céu de Várzea Grande, acompanhada de ventos intensos que arrancaram pedaços de forro, levantaram telhas e tombaram motos estacionadas na beira da rua. Moradores relataram ruas quase desertas, bloqueios de vias e quedas de árvores, tudo sob o efeito de um vendaval que surpreendeu a comunidade. A autarquia municipal de defesa civil havia emitido alertas anteriores para ventos de até 100 km/h e chuvas entre 50mm e 100mm em 24h.
O cenário repentino na região
No bairro digno de atenção, testemunhas filmaram galhos partidos, placas que balançavam e motocicletas inclinadas como dominós. O forte vento arrastou telhas soltas e forros que flutuaram pelo ar antes de se chocarem em meio-fio ou abrirem passagem para dentro de residências. A maioria das ruas permaneceu vazia, reforçando que moradores evitaram sair em meio à força dos ventos. A condição adversa provocou bloqueios — tanto por vegetação caída quanto por objetos soltos — e deixou residências sem energia elétrica. A combinação de chuva e vento gerou apagões pontuais, conforme alertou o órgão municipal.
Por que o nível de alerta era alto
A Defesa Civil de Várzea Grande já havia comunicado sobre a possibilidade de tempestades com ventos entre 60 km/h e 100 km/h e chuva intensa capaz de atingir até 100 mm em um único dia. Os meteorologistas do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) apontaram para risco de granizo e quedas de energia em diversas cidades do Mato Grosso. Essa combinação explicita por que a queda de árvores, o tombamento de motos e o bloqueio de vias aconteceram tão rapidamente.
O que os moradores devem fazer para se proteger
Quando ventos fortes atuam em regiões urbanas, especialistas recomendam manter portas e janelas fechadas, desligar aparelhos elétricos, evitar estacionar veículos próximos a árvores, placas ou postes, e não buscar abrigo em locais altos ou expostos. A Defesa Civil orienta, em casos de áreas abertas, que se procure refúgio em valas ou depressões no terreno. Além disso, em situações de queda de árvores ou fios elétricos, a população deve acionar imediatamente os serviços de emergência, como o Corpo de Bombeiros (193) ou o telefone da Defesa Civil (199), e aguardar ajuda em local seguro.
Perguntas frequentes:
Porque as rajadas de vento arrancaram o equilíbrio dos veículos estacionados ao ar livre.
A chuva intensa aliada a ventos fortes provocou quedas de galhos e danos na rede elétrica.
Ligar para o 193 ou 199, afastar-se do local e sinalizar risco para evitar novos danos.







