Neste sábado (15.06), um caso de maus-tratos a animais chocou os moradores de Sepetiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. O carroceiro Sandro Roberto Vieira foi flagrado agredindo um cavalo com uma enxada, o que gerou indignação e imediata resposta das autoridades locais.
A denúncia foi recebida pelo presidente da Comissão de Defesa dos Animais da Câmara do Rio, Luiz Ramos Filho. Ele acionou rapidamente a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) e a Vigilância Sanitária para lidar com a situação. “A tração animal é proibida por lei na cidade do Rio de Janeiro. Já comuniquei à polícia, que está indo para o local para prender o criminoso. Também acionei a Vigilância Sanitária, para que dê apoio logístico e leve os animais para uma ONG”, afirmou o vereador.
Sandro, que é proprietário de dois cavalos utilizados para transporte de entulho – uma prática ilegal na cidade – foi conduzido à 43ª DP (Sepetiba). Ele alegou que agrediu o cavalo após o animal ter dado um coice em sua neta. Apesar da gravidade da situação, Sandro não foi mantido preso, pois o crime é considerado de menor potencial ofensivo. O caso será encaminhado à DPMA para continuidade das investigações.
O cavalo agredido foi levado ao Centro de Controle de Zoonoses para receber cuidados necessários. As autoridades estão em contato com ONGs de proteção animal para garantir que o cavalo seja encaminhado a um local seguro e receba tratamento adequado. A ação rápida das autoridades visa não apenas punir o agressor, mas também garantir o bem-estar dos animais envolvidos.
Este incidente destaca a importância de denunciar maus-tratos a animais e a necessidade de fiscalização rigorosa para coibir práticas ilegais. A mobilização das autoridades mostra que a sociedade está cada vez mais atenta e intolerante a casos de crueldade animal, reforçando a importância do cumprimento das leis de proteção animal.
A agressão ao cavalo em Sepetiba evidencia a gravidade dos maus-tratos a animais e a necessidade de ações imediatas para proteger esses seres. A sociedade, juntamente com as autoridades, deve continuar vigilante e atuante para garantir que casos como este não fiquem impunes.









