Um carro autônomo da Waymo — companhia ligada ao Google — foi vandalizado e incendiado por uma multidão que estava no bairro de Chinatown, em São Francisco, Califórnia, nos Estados Unidos (EUA). O incidente ocorreu na noite do último sábado (10/2), durante o feriado de Ano Novo Lunar Chinês.
Não houve feridos, isso porque o veículo autônomo não transportava passageiros no momento do ataque.
Circula nas redes sociais imagens de vândalos destruindo o carro, sem nenhum motivo aparente.
De acordo com o jornal norte-americano San Francisco Chronicle, as autoridades afirmaram que o veículo foi grafitado e janelas quebradas. O grupo de vândalos acendeu fogos de artifício dentro do veículo que, consequentemente, provocou o incêndio do automóvel no bairro.
Os bombeiros foram acionados por volta das 21h (horário local).
Michael Vandi, autor dos vídeos, relatou à agência de notícias Reuters que uma pessoa chegou a subir no teto do veículo, quebrou a janela e recebeu aplausos.
No momento, as autoridades locais investigam o caso. Já a Waymo informou, por meio de nota, que segue colaborando com as investigações.
A destruição ocorrida durante as celebrações do Ano Novo Lunar Chinês, um momento tradicionalmente de alegria e renovação, contrasta com o ato de vandalismo, levantando questões sobre a segurança e a coexistência de tais tecnologias em espaços urbanos.
Este incidente também reforça o debate sobre a responsabilidade das empresas de tecnologia em garantir que seus veículos sejam seguros não apenas para os passageiros, mas também no contexto das comunidades onde operam. A rápida resposta das autoridades e dos bombeiros evitou que o incidente tivesse consequências ainda mais graves.
A colaboração entre a Waymo e as forças locais sinaliza um esforço conjunto para resolver esses desafios e mitigar futuros atos de vandalismo. Enquanto o caso continua sob investigação, permanece a necessidade de um diálogo aberto entre as empresas de tecnologia, as autoridades e o público para promover um ambiente seguro e acolhedor para a inovação tecnológica.
Via Metrópoles









