Cármen Lúcia defende liberdade de imprensa e acesso ao conhecimento durante evento na UFMT, em Cuiabá; veja vídeo

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A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, defendeu a liberdade de expressão, a liberdade de imprensa e o acesso igualitário ao conhecimento durante a abertura da Semana do Conhecimento 2026, nesta terça-feira (13), na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá. Durante o discurso, a magistrada destacou o papel dos jornalistas na democracia e a responsabilidade das universidades na formação da sociedade.

“Não há possibilidade de nós termos uma democracia sem a liberdade de expressão e a liberdade de imprensa”, declarou a ministra ao cumprimentar os profissionais da comunicação presentes no evento. Cármen Lúcia também ressaltou a importância de garantir o acesso às informações e de aproximar a produção científica da população.

Cármen Lúcia destaca papel da imprensa na democracia

Ao falar sobre a relação entre imprensa e democracia, a ministra afirmou que os jornalistas exercem uma função social importante para a garantia dos direitos dos cidadãos. Ela também relacionou a liberdade de imprensa à efetivação da democracia no país e destacou a importância de assegurar o acesso da sociedade às informações.

Cármen Lúcia mencionou sua experiência profissional como advogada e lembrou que já representou jornalistas e sindicatos da categoria. Segundo ela, essa trajetória permitiu conhecer parte das dificuldades enfrentadas pelos profissionais da comunicação.

“Eu tenho certeza de que os jornalistas sabem bem o desempenho que eles prestam como uma função social para a garantia dos direitos de todas as pessoas e a efetividade democrática no país”, afirmou a ministra durante a cerimônia.

Ministra defende acesso igualitário ao conhecimento

Outro ponto central do discurso envolveu o direito ao conhecimento e a necessidade de ampliar as oportunidades educacionais. Para Cármen Lúcia, todos os cidadãos devem ter acesso às descobertas, invenções e conquistas produzidas pela humanidade.

“Conhecimento é um direito fundamental de todo mundo”, declarou a magistrada. Na sequência, ela apontou diferenças nas oportunidades de aprendizagem e relacionou essas desigualdades à qualidade do ensino disponível para cada pessoa.

A ministra também destacou que o conhecimento permite que os cidadãos descubram suas vocações e desenvolvam seus talentos. Segundo ela, esse processo pode beneficiar não apenas os indivíduos, mas também a sociedade e a humanidade.

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