Na tarde deste sábado, 20 de setembro, um motorista registrou um incidente inesperado na saída de Cuiabá para a Serra, envolvendo um caminhão de grande porte que engatou no teto de um posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF). O caminhão, devido ao seu tamanho excessivo, ficou preso na estrutura do posto, quase causando o colapso do teto e criando um caos no local.
— Perrengue2 (@perrengue2025) September 20, 2025
O motorista que filmou o incidente relatou que o caminhão, por ser muito grande, não conseguiu passar pelo posto e ficou preso no teto. A situação gerou congestionamento, afetando veículos de carga e de passeio, além de representar risco de danos materiais e segurança para todos os envolvidos.
Entenda o incidente
A cena registrada pelo motorista mostra o caminhão preso no teto do posto da PRF, com o veículo de carga de grandes dimensões quase derrubando a estrutura. O incidente causou um engarrafamento significativo e gerou desconforto entre os motoristas, que enfrentaram horas de espera devido ao bloqueio na estrada. Além disso, a situação expôs um erro comum em viagens de longa distância: a falta de verificação das dimensões do caminhão antes de passar por áreas restritas.
O impacto do tamanho excessivo
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), ultrapassar os limites de altura para caminhões é uma infração grave. As multas podem chegar a R$ 5.000,00, e o veículo pode ser apreendido até se adequar às normas. O incidente em Cuiabá mostra como o descumprimento dessas regras pode causar danos materiais e riscos à segurança.
O engate inadequado do caminhão pode resultar em multas e em uma fiscalização mais rigorosa da PRF, com apreensão do veículo até corrigir o problema de altura.
Perguntas frequentes
O caminhão era de grande porte e ficou preso no teto do posto da PRF, bloqueando a via e causando congestionamento.
A multa pode chegar até R$ 5.000,00, além da possibilidade de apreensão do veículo.
É fundamental verificar as dimensões do caminhão antes de passar por áreas com restrições de altura.









