Na última semana um caso revoltante aconteceu em Paranaguá, litoral do Paraná. Câmeras de segurança registraram o momento em que uma jovem é arrastada para o banheiro de um posto de gasolina desativado. O homem é identificado como Nathan de Siqueira Menezes. Durante o ato, é possível ouvir a vítima gritar “Nathan, eu não quero! Eu não quero, Nathan!”.
Detalhes do caso
Segundo informações a vítima e Nathan se conheceram pessoalmente em uma casa de shows na noite de 23 de fevereiro de 2025. Após trocarem beijos, a jovem decidiu ir embora com uma amiga e solicitou um carro por aplicativo. Enquanto aguardava, sentiu necessidade de usar o banheiro e tentou retornar ao estabelecimento, sem sucesso. Nathan oferecendo ‘ajuda’ sugeriu o banheiro de um posto de gasolina próximo, sem informar que o local estava desativado.
Nesse momento ele a arrastou e a estuprou. O motorista do carro de aplicativo ligou para a jovem preocupado com a demora, felizmente ela conseguiu fugir a registrou um boletim de ocorrência. A vítima da violência relatou: “Tenho medo que ele possa fazer outras vítimas também, não só comigo” .
Ação da autoridades
Segundo a Polícia Civil o homem chegou a registrar esse momento com seu celular, que agora passa por exames periciais. As câmeras de segurança do posto capturaram o momento em que Nathan força a jovem a entrar no banheiro, ignorando seus apelos desesperados. Apesar das evidências, a Justiça inicialmente negou o pedido de prisão preventiva, determinando o uso de tornozeleira eletrônica pelo acusado.
Investigação do caso
Expediram um mandado de prisão no dia 17 de março, dez dias depois Nathan se entregou ás autoridades, e permaneceu detido desde então. A Polícia Civil investiga a possível existência de gravações feitas pelo suspeito durante o crime, buscando recuperar arquivos possivelmente apagados. Ele será julgado pelos crimes de estupro e registro não autorizado da intimidade sexual. Se condenado, pode pegar até 11 anos de prisão.
Como o processo corre em segredo de justiça, a defesa de Nathan preferiu não se pronunciar. Pelo mesmo motivo, o Tribunal de Justiça do Paraná também optou por não comentar o caso.
Perguntas frequentes:
Aproveitando uma distração de Nathan, que segurava seu próprio celular, a jovem conseguiu pegar seu telefone e fugir do local.
As autoridades procuram recuperar possíveis vídeos ou evidências que comprovem a gravação do crime pelo suspeito.
Sim, e julgado por crimes de estupro e registro não autorizado da intimidade sexual. Se condenado, pode pegar até 11 anos de prisão.









