Um motociclista caiu após frear bruscamente para evitar uma colisão com um caminhão-guincho no bairro Santa Cruz, em Rondonópolis, a 218 quilômetros de Cuiabá. O acidente aconteceu na tarde desta última sexta-feira (25), no cruzamento da Avenida Rio Branco com a Avenida Dom Osório. Câmeras registraram toda a movimentação.
Motociclista seguia pela via preferencial
Segundo a mãe do motociclista, o filho seguia pela Avenida Rio Branco em direção à academia. Durante o trajeto, o caminhão-guincho teria atravessado a placa de “Pare” e entrado na avenida, que tinha a preferência naquele cruzamento.
Ao perceber a aproximação do caminhão, o motociclista acionou os freios para evitar a colisão. A manobra impediu que a motocicleta atingisse o veículo, mas fez o condutor perder o equilíbrio e cair no asfalto.
As imagens registraram o momento em que o motociclista caiu antes de atingir o caminhão-guincho. A gravação mostra que o condutor realizou a frenagem para impedir o impacto e acabou sofrendo a queda durante a manobra.
Responsável questiona velocidade da motocicleta
Depois do acidente, o responsável pela empresa compareceu ao local e, segundo a mãe, afirmou que o motociclista trafegava em velocidade elevada. O motociclista contestou a declaração e afirmou que seguia devagar pela Avenida Rio Branco antes de precisar frear.
A família também questionou a versão apresentada pelo responsável pelo caminhão-guincho. Segundo a mãe, o filho seguia pela via preferencial e precisou reagir rapidamente quando o veículo entrou no cruzamento.
A sinalização de “Pare” determina que o condutor interrompa a marcha antes de acessar uma via preferencial. O Código de Trânsito Brasileiro estabelece regras de circulação e preferência que os motoristas precisam respeitar nos cruzamentos.
Mãe relata falta de ajuda após queda
A mãe também afirmou que o responsável pelo caminhão-guincho não ajudou o motociclista depois da queda. Segundo ela, o homem orientou a família a registrar um boletim de ocorrência e procurar a Justiça para buscar seus direitos.
Ainda conforme o relato, o responsável afirmou que o motociclista poderia ter colocado o pé no chão caso realmente trafegasse em baixa velocidade. A família contestou o argumento e afirmou que o condutor precisou reagir rapidamente para evitar uma colisão.
Em uma manifestação publicada posteriormente, a mãe voltou a defender que o filho seguia pela via preferencial. Ela também afirmou que o caminhão deveria ter respeitado a sinalização e parado antes de entrar na avenida.
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