Um homem caminhou completamente nu pela Travessa Avelino Siqueira, próximo à Avenida 13 de Junho, em Cuiabá, na manhã desta última quarta-feira (8). Comerciantes e pedestres presenciaram a cena e divulgaram imagens nas redes sociais, o que ampliou a repercussão do caso.
Testemunhas relataram que o homem manteve comportamento calmo e não apresentou agressividade. Ele seguiu pela via sem interagir com outras pessoas. Até o momento, autoridades não identificaram o indivíduo nem esclareceram as causas da exposição em público.
Caso Levanta alerta sobre saúde mental e assistência social
O episódio mobiliza debates sobre saúde mental e exclusão social. Testemunhas não identificaram sinais de violência, o que reforça a possibilidade de sofrimento psíquico ou desassistência social.
Especialistas defendem ações integradas entre saúde, assistência social e segurança pública. O atendimento deve preservar a dignidade da pessoa e evitar exposição desnecessária, especialmente nas redes sociais.
População pode acionar canais oficiais em situações semelhantes
A população pode acionar a Polícia Militar pelo 190 em situações emergenciais. A Guarda Municipal atende pelo 153 e atua no suporte imediato em áreas urbanas.
O SAMU, pelo 192, realiza atendimentos de urgência e encaminha casos de saúde mental. Já o Disque 181 recebe denúncias anônimas e contribui com investigações.
A legislação brasileira enquadra a prática de nudez em local público como ato obsceno, previsto no artigo 233 do Código Penal. A norma estabelece pena de detenção de três meses a um ano ou multa para quem pratica o ato em espaço público.
Sim. O Código Penal considera ato obsceno a exposição de nudez em local público, com previsão de detenção ou multa.
Acione o SAMU (192) ou a Polícia Militar (190). Evite exposição e mantenha distância segura.
Depende. Autoridades avaliam o estado mental e podem priorizar atendimento médico em vez de punição penal.





