Um morador de Cuiabá gravou e divulgou nas redes sociais uma cena inusitada nesta semana: a caixa d’água instalada no topo de uma residência apareceu completamente amassada. Enquanto registrava o vídeo, ele ironizou a situação e disse: “Será que tá quente aqui em Cuiabá?”. O episódio ocorre exatamente no período em que a capital enfrenta temperaturas acima dos 40 °C e baixos índices de umidade.
— Perrengue2 (@perrengue2025) September 4, 2025
Cuiabá enfrenta calor histórico
O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) registrou máximas de 40,9 °C e 41 °C nos dias 1º e 2 de setembro em Cuiabá. Esses números confirmam a intensidade da onda de calor que marca o início do mês. Dados históricos mostram que setembro concentra recordes na capital. Em 2023, a cidade alcançou 42 °C, com média de máximas de 38,8 °C, valores muito acima do padrão climatológico. Para setembro de 2025, meteorologistas já previam temperaturas de até 5 °C acima da média no Centro-Oeste, cenário que reforça a sensação de sufoco enfrentada pelos moradores.
Calor extremo não explica sozinho
O vídeo que viralizou em Cuiabá traduz a sensação de viver em uma das capitais mais quentes do Brasil. Porém, do ponto de vista técnico, o calor intenso não consegue derreter uma caixa d’água de polietileno. O problema quase sempre resulta de erros de instalação, má ventilação, envelhecimento do material ou falhas de manutenção. Para evitar prejuízos e garantir abastecimento seguro, moradores precisam instalar corretamente, proteger contra o sol e realizar manutenção periódica.
Perguntas frequentes
O calor extremo sozinho não derrete o plástico; a deformação ocorreu por instalação incorreta ou envelhecimento do material.
Não, o polietileno resiste a mais de 100 °C, muito acima das temperaturas registradas na cidade.
Instale coberturas, use cores claras e mantenha o respiro desobstruído para evitar deformações.


