O que era para ser uma noite de alegria terminou, infelizmente, em pânico e desespero. No último sábado (14), durante a abertura do festejo de São João Batista, em São João da Fronteira, no Piauí, o brinquedo “Espalha-Brasa” sofreu um colapso estrutural enquanto estava em funcionamento. Câmeras de segurança flagraram o momento exato em que a base metálica se rompeu, lançando crianças e adolescentes no chão.
Estrutura não resistiu e provocou pânico geral
De acordo com as imagens, tudo parecia normal até que, repentinamente, uma das partes da base que sustentava o brinquedo se rompeu. Como resultado, os ocupantes foram arremessados violentamente, enquanto o público, que lotava a praça, reagia com gritos, correria e desespero. Além disso, o vídeo circulou nas redes sociais e rapidamente gerou revolta.
Resgate foi rápido, mas vítimas estão em estado grave
Imediatamente após o acidente, populares e equipes de resgate se mobilizaram para ajudar. Eles prestaram os primeiros socorros no local e, em seguida, levaram cinco vítimas sendo três crianças e duas adolescentes para hospitais da região. Entretanto, devido à gravidade dos ferimentos, duas precisaram ser transferidas para Teresina, onde seguem internadas. Até o momento, os hospitais não divulgaram boletins atualizados sobre o estado de saúde das vítimas.
Falhas na fiscalização são alvo de críticas
Diante do ocorrido, especialistas e moradores questionam a falta de fiscalização. No Brasil, a legislação exige que engenheiros credenciados pelo CREA façam a vistoria desses equipamentos, além da responsabilidade da prefeitura local. No entanto, na prática, muitos brinquedos operam sem inspeções adequadas. Inclusive, um levantamento da Associação Brasileira de Parques e Atrações revela que mais de 60% dos parques itinerantes funcionam de maneira irregular. Portanto, casos como este, infelizmente, não são isolados.
Perguntas frequentes
Prefeituras e engenheiros habilitados pelo CREA.
Sem dúvida. Fiscalização rigorosa e manutenção preventiva teriam evitado.
Sim. Estima-se que mais de 60% dos brinquedos itinerantes operam sem fiscalização adequada.



