A brasileira Xehli G, 23, não quer ficar conhecida apenas pelo material erótico que publica no OnlyFans e contou pra gente, aqui em Splash, que quer ser conhecida como a pessoa com a maior boca do mundo. No entanto, ela tem uma competidora de peso para atingir o objetivo.
A brasileira
Xehli G gosta de postar nas redes sociais fotos e vídeos abrindo o bocão e comparando o tamanho do órgão com objetos. Segundo ela, suas medidas atuais são de 13 cm verticais e 8 cm horizontais.
A influenciadora consegue encaixar até 3 hambúrgueres de uma vez, mas garante que não vale tudo pra aparecer.
Coisas com vidro eu realmente evito para não me machucar. Eu não tentaria colocar uma lâmpada na minha boca por motivos óbvios, também preservo minha integridade física
A defensora do recorde
A influenciadora e comediante Samantha Ramsdell, 33, é detentora do recorde mundial do Guinness como a mulher com a maior boca do mundo.
Seguida por quase quatro milhões de seguidores, somando o TikTok e o Instagram (308 mil), nas redes sociais Samantha é apenas Sam, e está sempre criando conteúdo com sua boca que mede 6,5 centímetros quando aberta.
Em entrevista ao britânico Mirror, ela contou que o título lhe rende dinheiro, mas também atrai ódio gratuito nas redes sociais, os famosos haters.
Todos os dias me chamavam de ‘boca grande’ ou ‘mulher sapo’ e diziam que eu parecia um pitbull.
O julgamento e bullying pelo tamanho da boca vêm desde criança e ela tenta ignorar os haters ou bloqueá-los: “Perguntavam-me [quando criança]: ‘O que há de errado com sua boca?’ na escola e eu era insegura, constrangida e sempre usava maquiagem nos lábios para fazer minha boca menor. […] Agora as pessoas me dizem que sou feia e nojenta todos os dias e perguntam ‘isso é filtro?’, o que definitivamente não é a melhor coisa para minha saúde mental”.
O Livro dos Recordes reconheceu sua boca como a maior de uma mulher no mundo em julho de 2021. O reconhecimento alavancou suas redes e ela está faturando com isso, cobrando US$ 13,7 mil por publicação, cerca de R$ 60 mil.
A vida é muito curta para tentar se encaixar e ser alguém que você não é. Eu sinto que nós devemos ser celebrados por nossa singularidade. É incrível ser celebrado por milhas diferenças.

E aí, será que o recorde vem para o Brasil? Só o Guinness pode responder…
Via UOL







