O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil), gerou repercussão ao criticar, nas redes sociais, os entraves burocráticos que, segundo ele, prejudicam o avanço de iniciativas voltadas ao turismo, lazer e desenvolvimento econômico no Brasil. A fala foi publicada nesta sexta-feira (17) e acompanhada de um comentário que faz alusão à apresentadora Ana Maria Braga, em defesa da desburocratização.
Governador critica excesso de restrições em projetos turísticos
Na publicação, Mendes afirmou que “a Ana Maria Braga tem razão”, referindo-se a uma fala da apresentadora sobre o excesso de normas que, em vez de proteger, atrapalham iniciativas positivas. O governador reforçou que o Brasil vive, segundo ele, no “país do não pode”, em que ações pensadas para fomentar o turismo e melhorar a qualidade de vida são barradas por regras excessivas e sem lógica prática.
A crítica ecoa entre empresários do setor, que frequentemente relatam dificuldades para obter licenças ambientais, autorizações legais e aprovações de infraestrutura em áreas com potencial turístico. Em Mato Grosso, o debate ganha ainda mais força por conta da relevância do ecoturismo, sobretudo no Pantanal, Chapada dos Guimarães e região do Araguaia.
Burocracia e desenvolvimento: um dilema nacional
O governador criticou a burocracia excessiva na administração pública, que desestimula investimentos, atrasa obras e prejudica a economia. Ele defende mais agilidade e processos simplificados, mas ambientalistas e servidores alertam: flexibilizar normas não pode fragilizar proteções ambientais e jurídicas.
Impactos na política e na economia regional
Mendes criticou a burocracia justamente quando o governo busca investimentos privados para o turismo em áreas naturais. A fala parece estratégica – pressiona por reformas que agilizem parcerias com a iniciativa privada.
Perguntas e respostas
Ele criticou o excesso de burocracia que, segundo ele, impede iniciativas de turismo e desenvolvimento.
Sim. Repercutiu nas redes sociais e reacendeu o debate sobre modernização da administração pública.
Sim. Especialistas alertam que a flexibilização sem critérios pode comprometer o meio ambiente e a legalidade de projetos.



