Na manhã desta quarta-feira (26), o deputado estadual Eduardo Botelho (União Brasil) rebateu as acusações feitas pelo deputado federal Abílio Brunini (PL) sobre a gestão do sistema BRT (Ônibus de Trânsito Rápido) em Cuiabá. Abílio havia afirmado que empresas da família de Botelho controlariam a administração do novo modal de transporte público.
Botelho, no entanto, negou categoricamente as alegações e classificou-as como “maldosas e falaciosas”. Além disso, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso defendeu a necessidade de uma licitação pública para a concessão do BRT, garantindo assim transparência no processo. “Defendo que o BRT seja licitado para evitar qualquer tipo de pré-julgamento”, afirmou Botelho. Ele destacou que o governo está focado nas obras e na aquisição dos ônibus, com a operação sendo discutida posteriormente.
Esclarecimentos sobre o termo “poderia”
Botelho também esclareceu a confusão gerada pelo uso do termo “poderia” por Abílio Brunini. Segundo Botelho, “poderia” indica uma possibilidade e não uma certeza. Ele ainda criticou Brunini por não compreender essa distinção linguística. “Primeiro, tem que entender de língua portuguesa. ‘Poderia’ é uma coisa, ‘vai ser’ é outra. É lógico que tem maldade nessa fala, isso não é verdade, ainda não tem nada definido”, afirmou o deputado estadual.
Foco na transparência e andamento dos projetos
Por fim, Botelho afirmou que não tomará ações judiciais contra Abílio Brunini, preferindo focar no andamento dos projetos e na transparência do processo. As obras do BRT avançam em Cuiabá e Várzea Grande, prometendo melhorar a mobilidade urbana na região. O debate entre Botelho e Brunini ocorre em um contexto de pré-campanha eleitoral, já que ambos são possíveis candidatos à Prefeitura de Cuiabá nas próximas eleições municipais.









