Um avião de pequeno porte caiu na tarde desta sexta-feira (28), em Confresa, no nordeste de Mato Grosso. O acidente aconteceu na saída da cidade, na direção de Vila Rica. O Corpo de Bombeiros confirmou duas mortes no local.
Equipes de resgate chegaram rapidamente e isolaram a área para preservar a cena e evitar novos riscos. Moradores correram para o local, mas os bombeiros afastaram os moradores e pediram colaboração.
CENIPA assume a investigação do acidente
O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) já acionou uma equipe técnica. Os peritos vão examinar os destroços, analisar o plano de voo e ouvir testemunhas. O objetivo é descobrir o que causou a queda.
Até o momento, as autoridades não identificaram as vítimas e não sabem quantas pessoas estavam a bordo. O CENIPA deve divulgar um relatório preliminar nos próximos dias.
Bombeiros alertam população e pedem afastamento da área
O Corpo de Bombeiros emitiu alerta para que a população não se aproxime da área do acidente. Eles informaram que a aeronave pode ter vazado combustível, o que representa risco de incêndio ou explosão.
A Polícia Militar também reforçou a segurança no local e montou barreiras para impedir o acesso de não autorizados. A prefeitura de Confresa acompanha o caso e presta apoio às autoridades.
Região registra histórico de acidentes com aviões leves
Mato Grosso registra frequentemente quedas de aeronaves de pequeno porte, principalmente em cidades do interior. Empresários rurais, políticos e profissionais da saúde utilizam esses aviões para deslocamentos rápidos em regiões de difícil acesso.
Dados do CENIPA apontam que o Brasil já contabiliza mais de 40 acidentes com aviões leves em 2024. Na maioria dos casos, os investigadores apontam falha humana, problemas mecânicos ou mudanças climáticas repentinas como causas principais.
Perguntas frequentes
O avião caiu na saída de Confresa, sentido Vila Rica, em uma área de mata próxima à rodovia.
Duas pessoas morreram no local, segundo o Corpo de Bombeiros.
As causas ainda são investigadas pelo CENIPA, que enviou peritos à região.



