Pouco mais de 60 pessoas participaram, na tarde deste domingo (1º), do ato “Acorda Brasil”, realizado na Praça do Chopão, no Centro de Cuiabá. A mobilização defendeu o impeachment do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. O número de presentes chamou atenção pela baixa adesão na capital mato-grossense.
Marcado para as 16h, o protesto começou com cerca de 50 manifestantes no local. Ao longo da tarde, o público variou, mas permaneceu reduzido em comparação a atos semelhantes realizados em outras cidades do país.
Mobilização nacional e reflexo local
O movimento foi articulado por lideranças e políticos alinhados à direita em diversos estados. Houve registros de manifestações no Rio de Janeiro, Distrito Federal, Salvador, Goiânia e Belo Horizonte.
Em Cuiabá, a expectativa era de participação de nomes como o prefeito Abilio Brunini (PL), a primeira-dama e vereadora Samantha Iris (PL), além do deputado estadual Elizeu Nascimento (Novo) e outros parlamentares do Partido Liberal. A presença das lideranças buscava fortalecer o ato na capital.
Pauta centrada em impeachment
Os manifestantes exibiram cartazes e discursos voltados ao afastamento do presidente da República e de ministros do STF. O impeachment de ministros do Supremo é previsto na Constituição, mas depende de processo conduzido pelo Senado Federal.
Especialistas em direito constitucional apontam que pedidos de impeachment exigem fundamentação jurídica e apoio político consistente para avançar no Congresso Nacional.
Termômetro político em Mato Grosso
A baixa adesão pode indicar cenário distinto do observado em outras capitais. Mato Grosso tem histórico de forte presença de movimentos conservadores, especialmente em períodos eleitorais.
Perguntas e respostas:
Cerca de 60 manifestantes.
Impeachment de Lula e de Alexandre de Moraes.
Na Praça do Chopão, no Centro de Cuiabá.








