Ativistas climáticos jogam sopa em pintura de Monet. Veja vídeo:

Um mês depois de um grupo de ativistas climáticos atirar sopa contra o famoso quadro de Leonardo da Vinci, a Mona Lisa, no Museu do Louvre, uma dupla de manifestantes tentaram vandalizar, nesse sábado (10/2), uma obra de arte do pintor francês Claude Monet, que está exposta em um museu em Lyon, na França.

As duas ativistas foram presas e o Museu de Belas Artes de Lyon afirmou que vai registrar uma queixa por vandalismo contra as mulheres. Conforme a organização, o ataque ocorreu contra a pintura “Le Printemps”, de 1872, em tradução literal “A Primavera”.

No vídeo, a dupla diz que esta será a última primavera se não agirmos contra a crise climática mundial.

Em comunicado, o museu informou que a obra de arte foi protegida por um painel de vidro. Mesmo com a proteção, a pintura passará por uma inspeção e restauração minuciosa.

A pronta resposta do museu em registrar uma queixa por vandalismo e a prisão das duas manifestantes demonstram a seriedade com que tais atos são tratados, equilibrando a liberdade de expressão com a preservação do patrimônio cultural.

O fato de a obra “Le Printemps” estar protegida por um painel de vidro mitigou os danos potenciais, mas a necessidade de inspeção e restauração sublinha os riscos envolvidos em tais protestos para as obras de arte.

A declaração das ativistas, afirmando que esta poderia ser a “última primavera” sem ação contra a crise climática, ilustra a mensagem dramática que pretendiam transmitir.

Contudo, a escolha de alvo levanta questões sobre a eficácia e as consequências éticas de vandalizar arte como forma de protesto. Esse episódio reforça a importância do diálogo e da busca por métodos de ativismo que não comprometam o patrimônio cultural, ao mesmo tempo que destaca a crescente preocupação pública com as mudanças climáticas e a necessidade de ação urgente.

Via Metrópoles

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