Assassinato em Lviv: Ex-presidente do Parlamento ucraniano é morto em ataque audacioso

O ex-presidente do Parlamento ucraniano, Andriy Parubiy, foi morto a tiros em plena luz do dia, neste sábado (30), na cidade de Lviv, no oeste da Ucrânia. A morte aconteceu por volta do meio‑dia (hora local), e o autor ainda não foi localizado.

Um crime calculado em plena via pública

Investigadores revelaram que um homem armado se aproximou e disparou várias vezes contra Parubiy, que não resistiu e morreu no local. Logo em seguida, o criminoso fugiu, e as autoridades iniciaram uma caçada urgente por sua captura.

Israel político e símbolo nacional: legado de Parubiy

Figura central nos protestos de Euromaidan (2013–2014), Parubiy liderou a busca por alianças mais estreitas com a União Europeia. Presidiu a Verkhovna Rada entre abril de 2016 e agosto de 2019 e foi secretário do Conselho de Segurança Nacional e Defesa em 2014, ano da anexação da Crimeia.

Reação imediata de líderes ucranianos

O presidente Zelenskiy classificou o ataque como “um assassinato horrível” e garantiu: “Todos os recursos investigativos estão mobilizados.” O procurador-geral e o ministro do Interior lideram a operação para capturar o autor. Petro Poroshenko reagiu com pesar: “Este foi um tiro disparado no coração da Ucrânia.” Primeira-ministra Yulia Svyrydenko considerou o evento uma “perda profunda” para o país.

Tensão e temor em um país em guerra

O prefeito de Lviv alertou que o incidente escancara o nível de insegurança mesmo em regiões distantes do conflito. O crime lança uma sombra preocupante sobre a estabilidade do cenário político e civil ucraniano.

Perguntas frequentes:

Quem era Andriy Parubiy?

Liderou o Parlamento ucraniano (2016–2019) e teve papel de destaque nos protestos pró-UE de 2013-2014.

Há suspeitas sobre a motivação do crime?

Ainda não. As autoridades ainda não confirmaram se há conexão com a guerra ou motivações pessoais.

A investigação já mobilizou recursos?

Sim, o governo disparou buscas imediatas, mobilizando todas as forças necessárias para capturar o autor.

Malu Custódio

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