As famílias dos integrantes dos Mamonas Assassinas decidiram dar novo significado à despedida da banda ao autorizar a exumação dos corpos para cremação e posterior plantio de árvores no BioParque Cemitério de Guarulhos, cidade onde o grupo se formou. A iniciativa ocorre às vésperas dos 30 anos do acidente aéreo na Serra da Cantareira, que interrompeu de forma trágica a trajetória do grupo após um show em Brasília. Desde então, fãs mantêm viva a memória dos músicos que conquistaram o país com letras irreverentes e sucessos como Pelados em Santos. Agora, além de recordar o passado, os familiares transformam a homenagem em um gesto concreto de renovação.
Projeto transforma lembrança em símbolo de continuidade
Após diálogo entre os parentes, a proposta estabelece que as cinzas integrarão o plantio de cinco árvores, cada uma representando um integrante. Além disso, o espaço receberá o nome de Jardim BioParque Memorial Mamonas, reforçando a conexão entre memória e sustentabilidade. Especialistas acompanharão o desenvolvimento das mudas e, assim, garantirão que o projeto siga critérios ambientais adequados. Dessa forma, a iniciativa une vínculo afetivo e preservação da natureza, enquanto cria um ponto de referência permanente para admiradores.
Repercussão reforça legado cultural da banda
As redes sociais oficiais divulgaram a decisão e, em seguida, fãs reagiram com mensagens de emoção e apoio. Ao mesmo tempo, o cemitério destacou em nota que o memorial pretende se tornar patrimônio afetivo, onde o tempo transforma a saudade em significado duradouro. Portanto, quase três décadas após a tragédia, a ação reafirma o impacto cultural dos Mamonas Assassinas e fortalece o legado artístico que ainda influencia gerações.
Perguntas e respostas:
Elas autorizaram a cremação para utilizar as cinzas no plantio de árvores como homenagem.
O espaço ficará no BioParque Cemitério de Guarulhos, cidade onde o grupo se formou.
Representar cada integrante e transformar a memória em símbolo de continuidade e preservação ambiental.







