O governo federal decidiu revogar a norma da Receita Federal que ampliava a fiscalização sobre transações financeiras, incluindo aquelas realizadas via Pix. A medida exigia que operadoras de cartões de crédito e instituições de pagamento reportassem movimentações mensais acima de R$ 5 mil para pessoas físicas e R$ 15 mil para pessoas jurídicas. Logo, a decisão eliminou a polêmica que crescia nas redes sociais e combatia as fake news sobre uma suposta taxação do Pix.
Após repercussão negativa governo Lula decide revogar ato da Receita Federal que iria fiscalizar o Pix; veja vídeo
— perrenguematogrosso (@perrenguemt) January 15, 2025
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Governo altera norma para evitar pânico na população
A Receita Federal implementou a norma para monitorar melhor as operações financeiras no Brasil, combatendo a evasão fiscal e a lavagem de dinheiro. No entanto, a sociedade criticou fortemente a medida, alegando que isso poderia invadir a privacidade dos cidadãos. Redes sociais espalharam notícias falsas que sugeriam que o governo planejava cobrar impostos sobre o Pix, o que gerou preocupação entre os usuários.
Diante das críticas, o governo anunciou a revogação da norma. O secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, explicou que a decisão aconteceu após debates com o presidente Lula. Então, o governo buscou acalmar a população e acabar com os boatos.
Repercussão e reação popular
As fake news sobre a taxação do Pix afetaram negativamente a confiança dos usuários no sistema de pagamento. O número de transações realizadas caiu, e muitos acreditaram que o governo utilizaria o Pix como uma nova fonte de arrecadação. Em resposta, o presidente Lula e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, esclareceram publicamente que o governo não aplicaria nenhum tipo de tributação no Pix. Assim, a revogação da norma mostrou que o governo ouviu a população e agiu para proteger o sistema.
Perguntas frequentes
Não. O governo garantiu que não aplicará taxas nas transações via Pix.
Sim, mas apenas dentro das regras já existentes para combater crimes financeiros.
Sim. O sistema permanece sem custos para os usuários.




