O Corpo de Bombeiros Militar atuou em uma força-tarefa no bairro São Luiz, em Criciúma, para salvar um um cachorro que ficou preso em um bueiro.
A ocorrência foi na tarde dessa segunda-feira (19/2) e, segundo moradores do local, o animal estava preso no local há pelo menos três dias.
A zona de atuação foi delimitada pelo som do latido. Foram feitos dois buracos com o uso do rompedor, picareta e pás e foi necessário acionar a Casan e a Secretaria de Infraestrutura de Criciúma para dar suporte com o maquinário e equipamentos.
Utilizando um Geo Fone (dispositivo portátil que possui um sensor de som sensível e amplificador interno, próximo às tubulações subterrâneas ajuda na busca por vibrações) da Casan, foi encontrado um ponto que possivelmente o animal estava e aberto o espaço com a utilização de máquinas.
A operação de resgate no bairro São Luiz, em Criciúma, destacou a colaboração efetiva entre o Corpo de Bombeiros Militar, a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) e a Secretaria de Infraestrutura da cidade.
A mobilização conjunta de recursos humanos e técnicos para salvar o cachorro preso no bueiro reflete um compromisso com a vida animal e a responsabilidade social das instituições envolvidas. O uso de tecnologia avançada, como o Geo Fone, para localizar precisamente o animal demonstra uma abordagem inovadora e cuidadosa durante a operação de resgate.
Este esforço conjunto não apenas proporcionou o salvamento bem-sucedido do cachorro, mas também evidenciou a importância da parceria entre diferentes órgãos e a comunidade local.
A atuação rápida e eficiente após o alerta dos moradores sobre a situação do animal preso por três dias mostra uma sensibilidade e prontidão admiráveis por parte das equipes de resgate.
Além disso, o caso sublinha a necessidade de manutenção e monitoramento constantes da infraestrutura urbana para prevenir futuros incidentes similares. A conscientização sobre a segurança dos animais e a prontidão em responder a emergências desse tipo são fundamentais para evitar que situações de risco se repitam, garantindo assim a segurança e o bem-estar tanto dos animais quanto dos cidadãos no ambiente urbano.
Via Metrópoles









