Após afundamento, navio histórico da USP é reflutuado; Veja vídeo

Notícias Vídeo principal

Uma operação complexa foi concluída.

Um símbolo da oceanografia brasileira voltou à superfície.

O destino da embarcação ainda será definido.

Um novo capítulo está prestes a ser iniciado pelo navio oceanográfico Professor W. Besnard, uma das embarcações mais emblemáticas da pesquisa científica brasileira. Após ter ficado parcialmente afundado e adernado no Porto de Santos, o navio passou por um intenso processo técnico que resultou em seu reflutuamento.

As imagens registradas por drone mostram os trabalhos realizados pela equipe da empresa Marfort Serviços Marítimos no cais do porto. A operação foi conduzida após o incidente ocorrido em 13 de março de 2026, quando fortes chuvas atingiram a região e contribuíram para que a embarcação ficasse inclinada e parcialmente submersa.

Operação chamou atenção pela complexidade

Durante os trabalhos, uma grande mobilização técnica foi realizada para que a embarcação pudesse ser trazida novamente à superfície.

Nas imagens aéreas, a dimensão da estrutura pode ser observada em detalhes. Na lateral do navio, a inscrição Universidade de São Paulo continua visível, reforçando a ligação histórica da embarcação com a pesquisa científica nacional.

A operação foi acompanhada com expectativa por pessoas ligadas à área acadêmica e à preservação da memória marítima brasileira.

Décadas de pesquisa marcaram trajetória

Ao longo de mais de 40 anos de atividade, importantes missões científicas foram realizadas pelo Professor W. Besnard.

Entre os trabalhos desenvolvidos, expedições internacionais e pesquisas na Antártica fizeram parte de sua trajetória. Por esse motivo, o navio passou a ser considerado um dos maiores símbolos da oceanografia brasileira.

Sua contribuição para a produção de conhecimento científico foi consolidada ao longo de décadas de operação.

Futuro da embarcação será avaliado

Nos próximos meses, uma análise técnica detalhada deverá ser realizada para definir qual será o destino do navio.

A possibilidade de uma restauração completa será estudada. Outra alternativa considerada envolve a preservação de parte da estrutura como patrimônio cultural no Parque Valongo, em Santos.

Enquanto a decisão não é tomada, a embarcação segue sendo vista como um importante marco da história científica e marítima do país.

Curtiu? Compartilhe

Ajuda a espalhar a notícia — manda no grupo.

Institucional