O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), passou a integrar as negociações nacionais para uma possível aliança entre o PL e o Republicanos nas eleições de 2026. Conforme as articulações em andamento, o apoio à candidatura de Pivetta à reeleição ao Governo de Mato Grosso aparece como um dos pontos centrais das conversas entre as duas legendas para a formação de uma chapa presidencial.
O cenário coloca Mato Grosso no centro das negociações políticas nacionais, já que um eventual acordo entre os partidos poderá influenciar tanto a disputa pelo Palácio Paiaguás quanto a composição da chapa que representará a direita na corrida pela Presidência da República.
Apoio a Pivetta entra nas negociações
As tratativas envolvem a possibilidade de o PL apoiar a candidatura de Otaviano Pivetta ao Governo de Mato Grosso como parte de um acordo mais amplo entre as duas siglas.
Caso o entendimento avance, o apoio ao governador poderá integrar o conjunto de compromissos políticos negociados entre PL e Republicanos para as eleições de 2026.
A articulação evidencia que os acordos regionais ganharam peso nas discussões nacionais e podem influenciar diretamente a definição das alianças partidárias.
Pré-candidatura de Wellington cria impasse
Apesar das negociações, o cenário em Mato Grosso apresenta um desafio para as duas legendas. O PL já lançou oficialmente o senador Wellington Fagundes como pré-candidato ao Governo do Estado.
Diante disso, um eventual apoio a Pivetta exigiria uma redefinição da estratégia eleitoral do partido em Mato Grosso, caso a aliança nacional seja consolidada.
O impasse deverá ser debatido pelas lideranças partidárias nos próximos meses, antes da oficialização das candidaturas.
Composição nacional também está em discussão
Além das negociações nos estados, as conversas incluem a formação da chapa presidencial. Entre as possibilidades analisadas está a indicação da ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Daniella Marques, filiada ao Republicanos, para ocupar a vaga de candidata a vice-presidente.
No entanto, dirigentes do Republicanos defendem que qualquer composição nacional seja precedida por acordos políticos nos estados, incluindo Mato Grosso.
Enquanto as negociações prosseguem, dirigentes das duas legendas continuam discutindo os cenários para 2026. A definição sobre a aliança dependerá do avanço das conversas nacionais e da construção de consensos regionais, que poderão influenciar tanto a disputa presidencial quanto a eleição para o Governo de Mato Grosso.




