Familiares, amigos e moradores de Cuiabá e Várzea Grande lotaram o Parque das Águas neste sábado (22). Eles marcharam para exigir justiça por Emelly, a adolescente de 17 anos assassinada brutalmente uma semana antes. A jovem, grávida de nove meses, desapareceu após sair de casa para buscar doações de roupas combinadas pela internet.
Os manifestantes ergueram cartazes, gritaram palavras de ordem e pressionaram as autoridades por resposta rápida e punição exemplar. O prefeito de Cuiabá e a primeira-dama participaram do ato e ouviram os apelos da população.
Assassina atraiu Emelly pela internet e escondeu o corpo no quintal
A investigação aponta que Nataly, principal suspeita, atraiu Emelly até sua residência no bairro Jardim Florianópolis, em Cuiabá. Emelly saiu de Várzea Grande acreditando que receberia doações para o bebê. No dia seguinte ao desaparecimento, a polícia encontrou o corpo da jovem enterrado no quintal da casa da família da suspeita.
Peritos confirmaram que o corpo apresentava sinais de violência. A polícia trabalha com a hipótese de que Nataly matou Emelly para ficar com o bebê. O crime mobilizou forças de segurança e comoveu o estado. A Polícia Civil mantém Nataly presa e deve concluir o inquérito nos próximos dias.
Bebê sobrevive e recebe acompanhamento médico
Equipes do Hospital e Maternidade Santa Helena acolheram o recém-nascido. O médico Marcelo Sandrin confirmou que o bebê passou pelo teste do pezinho na segunda-feira (17) e permanece saudável. O Conselho Tutelar acompanha o caso e deve encaminhar o bebê para familiares maternos após avaliação da Justiça.
Perguntas frequentes
Emelly era uma adolescente de 17 anos, grávida de 9 meses, assassinada após cair em uma armadilha ao buscar doações de roupas em Cuiabá.
Sim. O bebê foi retirado do corpo da mãe e, surpreendentemente, sobreviveu. Está sob cuidados médicos e passa bem.
Sim. A polícia prendeu Nataly, principal suspeita, que atraiu Emelly pela internet e enterrou o corpo no quintal da própria casa.









