Na manhã deste sábado (7/3), alunas de uma equipe de vôlei precisaram sair pela janela de um ônibus escolar após o veículo se envolver em um acidente na Epia Sul, próximo à Candangolândia. O motorista perdeu o controle, colidiu contra uma árvore e atingiu uma passarela, e a porta travou, impedindo a saída das estudantes.
Foto/ vídeo: Metropoles
Professor age rápido e garante resgate
Logo após a colisão, uma fumaça começou a se espalhar dentro do ônibus. Temendo que o veículo pudesse pegar fogo ou até explodir, o professor que acompanhava o grupo quebrou uma janela, permitindo que as alunas fossem retiradas com segurança. Cada estudante saiu uma a uma pelo espaço improvisado, com ajuda de professores e adultos presentes.
Júlia Oliveira, de 13 anos, contou que o acidente aconteceu quando o grupo seguia para uma partida de vôlei. “A gente estava cantando e estava tudo tranquilo. Foi muito de repente. A gente pensou que o ônibus ia pegar fogo. O professor quebrou a janela e conseguimos sair”, relatou.
Ônibus lotado aumenta tensão
Segundo Júlia, o ônibus estava cheio e nem todas as alunas tinham assento. Algumas seguiam em pé ou sentadas no chão, o que aumentou o risco durante o acidente. Apesar do susto, a jovem disse que sentiu grande alívio ao sair do veículo. “Quando eu saí, senti um alívio enorme”, afirmou.
Pais acompanham resgate e destacam perigo
A mãe de Júlia, Lilian Amarilis, de 50 anos, chegou ao local após receber a notícia da batida por volta das 8h. Ela contou que ficou preocupada ao ver os danos no ônibus, mas comemorou que todas as alunas saíram ilesas. “Quem olha o estado do ônibus pensa que aconteceu algo muito pior. Graças a Deus, todas estão bem”, disse.
O motorista explicou que tentou abrir a porta após o impacto, mas o mecanismo travou. Por causa da fumaça e do risco de incêndio, professores decidiram retirar todas as estudantes pelas janelas. Minutos antes do acidente, o clima dentro do ônibus era de animação, com alunas cantando e conversando durante o trajeto.
Perguntas e respostas
Elas foram retiradas pelas janelas após o professor quebrar uma delas.
Não, todas as alunas saíram ilesas.
O mecanismo travou após a colisão, impedindo a saída pelo local usual.



