Na tarde desta sexta-feira (10 de outubro), uma advogada de 29 anos foi flagrada tentando entrar na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, com oito pacotes de uísque escondidos. O fato ocorreu quando ela passou pelo scanner corporal no momento em que entrava para atender um reeducando no Raio 7 da unidade. O scanner detectou objetos estranhos na região do quadril, levando à descoberta da tentativa de entrada ilícita.
Abordagem do scanner corporal e a descoberta do contrabando
O equipamento de revista, utilizado para garantir a segurança nas unidades prisionais, foi fundamental para identificar os pacotes de uísque que estavam sendo transportados pela advogada. O boletim de ocorrência afirma que ela entrou na penitenciária para atender um reeducando, mas o scanner detectou os pacotes. A advogada não apresentou uma explicação convincente sobre os itens encontrados e acabou sendo encaminhada para a Polícia Civil.
O que motivou a advogada a tentar o contrabando?
A motivação para o contrabando de bebidas alcoólicas ainda não foi esclarecida, mas a tentativa de entrar com itens proibidos em unidades prisionais é recorrente. Advogados, muitas vezes, utilizam a função para tentar burlar as regras e facilitar o acesso de contrabando a detentos. A PCE, em Cuiabá, recentemente tem intensificado a segurança, utilizando tecnologias como scanners corporais para detectar itens ilegais antes que entrem na unidade.
Repercussão da tentativa de contrabando e as consequências legais
Essa tentativa de contrabando gerou repercussão, pois além de desrespeitar as normas da penitenciária, a advogada poderá enfrentar sérias consequências legais. O Código Penal Brasileiro prevê punições para quem facilita a entrada de itens ilícitos em estabelecimentos prisionais, e a advogada pode responder por facilitação ao tráfico ou até contrabando. O incidente também reforça a necessidade de fortalecer a fiscalização nas unidades prisionais para evitar o ingresso de produtos ilícitos.
Perguntas frequentes:
O scanner detectou oito pacotes de uísque escondidos na região do quadril.
A advogada não apresentou uma explicação convincente sobre os pacotes encontrados.
A advogada pode responder por facilitação ao tráfico ou contrabando, com sérias consequências legais.









