Uma advogada criminalista está sendo investigada após ser flagrada em um ato sexual com um detento na Penitenciária Industrial de Blumenau, na tarde de quinta-feira (14). O episódio ocorreu no parlatório, local destinado ao atendimento de advogados, e gerou repercussão imediata nas redes sociais e entre autoridades.
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— Perrengue2 (@perrengue2025) August 15, 2025
O flagra e a reação dos policiais
Durante uma ronda de rotina, policiais perceberam comportamento suspeito do detento, que estava sem a camiseta do uniforme e realizando gestos indicativos de masturbação. Ao investigar a situação, uma policial penal feminina chegou ao parlatório e encontrou a advogada sentada sobre a mesa, com as pernas abertas e exibindo suas partes íntimas ao preso, separado por um vidro. O boletim de ocorrência descreve a cena como “incompatível com a conduta profissional esperada”, sendo imediatamente interrompida.
Autoridades comunicam OAB sobre o ocorrido
A advogada acabou sendo encaminhada à sala da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) dentro do presídio, mas deixou o local antes da conclusão dos procedimentos. A Secretaria de Estado de Justiça e Reintegração Social (Sejuri) confirmou que tomaram todas as medidas legais e administrativas, incluindo a comunicação à OAB.
Consequências legais e disciplinares
A conduta da advogada pode resultar em sérias repercussões, tanto no âmbito legal quanto profissional. O artigo 233 do Código Penal brasileiro prevê pena de detenção de 3 meses a 1 ano por ato obsceno em local público. Além disso, a OAB poderá responsabilizar disciplinarmente a advogada, aplicando suspensão ou até exclusão do quadro de advogados caso confirme as acusações. A Sejuri também poderá suspender o acesso da advogada à unidade prisional por violar as regras de segurança e disciplina.
Perguntas frequentes:
No parlatório da Penitenciária Industrial de Blumenau, durante o atendimento jurídico.
A OAB Blumenau está apurando os fatos e adotará as medidas disciplinares cabíveis, caso as acusações sejam confirmadas.
Ela pode enfrentar sanções disciplinares pela OAB, além de ser enquadrada no crime de ato obsceno, com pena de detenção.



