Na última quarta-feira (19), Erik, um adolescente de 14 anos, desapareceu após pular da ponte do Rio Paraguai, em Barra do Bugres (MT). Ele disse à família que iria para a escola, mas seguiu para o rio com amigos. Ao saltar da ponte, a correnteza o arrastou e ele não conseguiu voltar à superfície.
Vídeo registra o momento do desaparecimento
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra Erik pulando no rio e afundando logo em seguida. Tripulantes de um barco tentaram resgatá-lo, mas não conseguiram. As imagens geraram grande comoção e alertaram sobre os riscos de nadar em áreas perigosas.
Bombeiros enfrentam dificuldades na operação de resgate
O Corpo de Bombeiros iniciou as buscas imediatamente. No entanto, as fortes correntezas e a baixa visibilidade dificultam o trabalho. A profundidade variável do rio também representa um desafio para os mergulhadores.
“Mesmo sabendo nadar, Erik pode ter sido surpreendido pela força da correnteza ou por outro fator, como cãibras ou choque térmico”, explicou um bombeiro que participa da operação.
Autoridades alertam sobre os riscos de nadar em rios
Rios possuem correntezas imprevisíveis, buracos ocultos e redemoinhos. Especialistas alertam que saber nadar não garante segurança total em águas naturais. Eles recomendam que banhos de rio ocorram apenas em locais seguros, com boias de proteção e supervisão de adultos.
As autoridades locais reforçam a necessidade de conscientização sobre os perigos de nadar em áreas não supervisionadas e orientam a população a evitar ações arriscadas. Enquanto as buscas continuam, a cidade segue em apreensão, esperando por respostas.
Perguntas frequentes
Nem sempre. Mesmo nadadores experientes podem ser arrastados por correntezas fortes ou enfrentar cãibras e choque térmico na água.
Evite lutar contra a correnteza. Tente flutuar e nadar diagonalmente até alcançar a margem. Se estiver seguro, chame o resgate imediatamente.
Correntezas invisíveis, buracos profundos, redemoinhos e obstáculos submersos representam os maiores riscos.






