Durante a etapa da Copa do Mundo de Bobsled, realizada no último domingo (11) em St. Moritz, na Suíça, a equipe dos Estados Unidos protagonizou uma cena que fugiu completamente do roteiro habitual das pistas geladas. Na largada da prova, apenas um dos quatro integrantes conseguiu entrar no trenó — e foi ele quem desceu sozinho todo o percurso. O vídeo do momento já circula com força nas redes sociais, levantando debates sobre segurança e preparo técnico no esporte.
Nossa
— Os Olímpicos 🇧🇷 (@osolimpicos) January 11, 2026
E esse descida desastrosa do Kristopher Horn e equipe na Copa do Mundo de Bobsled hoje em St. Moritz??
Até que foi no lucro, pq poderia ter tido uma tragédia maior pic.twitter.com/Am05zX6hVV
Erro de sincronização e reação improvável
O piloto Kris Horn conseguiu se posicionar corretamente, mas seus colegas — Ryan Rager, Hunter Powell e Caleb Furnell — tropeçaram na entrada e colidiram contra a lateral da pista. O trenó seguiu com apenas Horn a bordo. No trecho final, o piloto deixou o assento de condução e foi até a parte traseira para realizar a frenagem manualmente, evitando um acidente mais grave.
Bobsled: milésimos de segundo entre o sucesso e o caos
Essa modalidade exige extrema coordenação entre os atletas. Um deslize na largada pode comprometer toda a prova — como ficou evidente nesse episódio. Apesar da cena inusitada, nenhum dos atletas sofreu ferimentos. A Federação Internacional de Bobsled (IBSF) ainda avalia possíveis penalidades, mas o incidente já virou estudo de caso entre especialistas.
Acidentes assim são raros, mas não inéditos
Embora incomum, não é a primeira vez que algo do tipo acontece. Em 2019, uma equipe canadense também perdeu integrantes logo após a largada. Casos como esses reforçam a necessidade de revisões técnicas no processo de entrada e segurança dos atletas em alta velocidade.
Perguntas e respostas:
Sim, o monobob entrou no programa olímpico nos Jogos de Inverno de 2022.
Pode sim. Em provas oficiais, o bobsled alcança até 150 km/h.
Não. O design do equipamento permite que os atletas sejam projetados para fora, justamente para evitar traumas severos em caso de capotagem.



