Abilio assume a prefeitura de Cuiabá com saldo de apenas R$ 6,8 Milhões; veja vídeo

O novo prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), afirmou nesta quinta-feira (2) que recebeu a administração municipal com um saldo de apenas R$ 6,8 milhões em caixa. Esse valor, por sua vez, equivale a apenas 8,7% da folha salarial de dezembro. Essa folha totaliza R$ 78 milhões e ainda não foi quitada pelo antecessor, Emanuel Pinheiro (MDB).

Além disso, Abílio ressaltou que fornecedores estão sem receber desde outubro. Ele explicou: “Recebemos a conta da Prefeitura com apenas R$ 6,8 milhões disponíveis. É só isso que temos em todas as contas. A folha custa R$ 78 milhões. Entenda bem: recebemos a Prefeitura com uma folha de R$ 78 milhões para ser paga e apenas R$ 6,8 milhões no caixa”, declarou o prefeito em entrevista ao MTTV1.

Impacto da transição de governo

O saldo em caixa, extremamente abaixo do necessário, levanta dúvidas importantes sobre a continuidade dos serviços. Além disso, questiona a capacidade da Prefeitura de cumprir seus compromissos imediatos. Brunini destacou que essa situação financeira coloca grandes desafios para a nova gestão. Por isso, medidas rápidas e eficazes serão necessárias para normalizar os pagamentos e reestabelecer a estabilidade das contas públicas.

Déficit em meio a prioridades pendentes

A Prefeitura também enfrenta dívidas acumuladas junto a fornecedores. Muitos contratos essenciais estão sem pagamento desde outubro. Como resultado, essa situação aumenta a pressão sobre a administração. Brunini enfatizou que ajustar as contas e garantir serviços básicos para a população são prioridades imediatas da nova gestão. Além disso, ele destacou que será necessário criar um plano de reequilíbrio financeiro para evitar novos atrasos no futuro.

Como o novo prefeito pretende resolver o déficit financeiro?

Brunini planeja adotar medidas emergenciais, como negociar com fornecedores e buscar repasses estaduais ou federais.

Quais serviços podem ser prejudicados pelo déficit no caixa?

Os atrasos podem afetar pagamentos de servidores e fornecedores, comprometendo serviços essenciais para a população.

Há estratégias para evitar situações semelhantes em futuras transições de governo?

A nova gestão pretende implementar controles financeiros mais rigorosos e criar um fundo de reserva para emergências.

Castelino Roberto

Curtiu? Compartilhe

Ajuda a espalhar a notícia — manda no grupo.

Continue lendo