O novo prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), afirmou nesta quinta-feira (2) que recebeu a administração municipal com um saldo de apenas R$ 6,8 milhões em caixa. Esse valor, por sua vez, equivale a apenas 8,7% da folha salarial de dezembro. Essa folha totaliza R$ 78 milhões e ainda não foi quitada pelo antecessor, Emanuel Pinheiro (MDB).
Abilio assume a prefeitura de Cuiabá com saldo de apenas R$ 6,8 Milhões; veja vídeo
— perrenguematogrosso (@perrenguemt) January 2, 2025
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Além disso, Abílio ressaltou que fornecedores estão sem receber desde outubro. Ele explicou: “Recebemos a conta da Prefeitura com apenas R$ 6,8 milhões disponíveis. É só isso que temos em todas as contas. A folha custa R$ 78 milhões. Entenda bem: recebemos a Prefeitura com uma folha de R$ 78 milhões para ser paga e apenas R$ 6,8 milhões no caixa”, declarou o prefeito em entrevista ao MTTV1.
Impacto da transição de governo
O saldo em caixa, extremamente abaixo do necessário, levanta dúvidas importantes sobre a continuidade dos serviços. Além disso, questiona a capacidade da Prefeitura de cumprir seus compromissos imediatos. Brunini destacou que essa situação financeira coloca grandes desafios para a nova gestão. Por isso, medidas rápidas e eficazes serão necessárias para normalizar os pagamentos e reestabelecer a estabilidade das contas públicas.
Déficit em meio a prioridades pendentes
A Prefeitura também enfrenta dívidas acumuladas junto a fornecedores. Muitos contratos essenciais estão sem pagamento desde outubro. Como resultado, essa situação aumenta a pressão sobre a administração. Brunini enfatizou que ajustar as contas e garantir serviços básicos para a população são prioridades imediatas da nova gestão. Além disso, ele destacou que será necessário criar um plano de reequilíbrio financeiro para evitar novos atrasos no futuro.
Brunini planeja adotar medidas emergenciais, como negociar com fornecedores e buscar repasses estaduais ou federais.
Os atrasos podem afetar pagamentos de servidores e fornecedores, comprometendo serviços essenciais para a população.
A nova gestão pretende implementar controles financeiros mais rigorosos e criar um fundo de reserva para emergências.



