A prisão de Adilsinho, apontado como um dos nomes mais fortes do jogo do bicho no Rio de Janeiro, marcou uma das operações mais impactantes do ano no estado. A ação ocorreu em uma mansão em Cabo Frio, na Região dos Lagos, e reuniu agentes da Polícia Federal e da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro.
Imagens divulgadas mostram o suspeito algemado, cercado por policiais e conduzido até um helicóptero. A cena simboliza o desfecho de uma investigação que mirava a cúpula do jogo do bicho e a estrutura do comércio ilegal de cigarros no estado.
Foto/ Vídeo: Metropoles
Operação cercada de estratégia e surpresa
Os agentes entraram na residência de alto padrão nas primeiras horas do dia. A operação ocorreu de forma coordenada e sem confronto. O imóvel, localizado em área nobre de Cabo Frio, chamou atenção pela dimensão e pelo esquema de segurança.
As equipes cumpriram mandados judiciais e garantiram o controle da área até a retirada do investigado. O uso de aeronave reforçou a estratégia para evitar riscos e assegurar o transporte rápido.
Acusações que ampliam o peso da prisão
Contra Adilsinho havia quatro mandados de prisão em aberto. As acusações incluem organização criminosa e suspeita de ser mandante de homicídios.
Segundo a Polícia Federal, ele integra a cúpula do jogo do bicho no Rio. As investigações também o apontam como chefe da máfia do cigarro ilegal, com atuação na produção e distribuição de produtos falsificados.
Impacto no crime organizado fluminense
Os investigadores afirmam que o grupo movimentava grandes quantias e mantinha uma rede estruturada de distribuição. A prisão pode enfraquecer o esquema e abrir caminho para novas fases da investigação.
A força integrada mantém a apuração para identificar outros envolvidos e aprofundar o rastreamento financeiro.
Perguntas e respostas
Polícia Federal e Polícia Civil do RJ.
Em uma mansão em Cabo Frio.
Organização criminosa, homicídios e comércio ilegal de cigarros.






