A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (11) a Operação Somnus para combater crimes contra a dignidade sexual e a divulgação de vídeos de abuso de mulheres. Os agentes cumpriram mandados de busca e apreensão em cinco estados e prenderam três suspeitos até o momento. As prisões ocorreram em São Paulo, Bahia e Ceará. A Justiça também autorizou diligências no Pará e em Santa Catarina.
As investigações começaram em 2025, após a Europol enviar informações sobre uma rede internacional que compartilhava conteúdos de violência sexual. Pelo menos sete brasileiros estariam envolvidos no esquema, que contava com a participação de criminosos de outros 20 países.
Drogas eram usadas para cometer estupros
Os investigados utilizavam medicamentos para sedar as vítimas antes dos abusos. Segundo a apuração, alguns suspeitos dopavam as próprias companheiras para cometer os crimes sem que elas percebessem. Após os estupros, os envolvidos gravavam e divulgavam os vídeos em sites ilegais.
A Polícia Federal apreendeu celulares, computadores e dispositivos de armazenamento. Os peritos analisam o material para identificar outros participantes e possíveis vítimas.
Rede internacional atuava de forma coordenada
A investigação apontou que o grupo mantinha comunicação organizada e trocava informações sobre os medicamentos utilizados e seus efeitos. Os integrantes também demonstravam comportamento misógino e manifestavam ódio contra mulheres, conforme indicam os dados coletados.
A cooperação internacional foi decisiva para identificar os suspeitos e mapear a atuação do grupo fora do Brasil.
Suspeitos podem enfrentar mais de 15 anos de prisão
Os presos podem responder por estupro de vulnerável, divulgação de cenas de estupro e outras tipificações penais. As penas podem ultrapassar 15 anos de reclusão, especialmente se houver comprovação de lesão corporal.
Presença em evento reforça compromisso com causas sociais
Sofia da Suécia voltou à agenda pública ao participar da Cúpula da Juventude Ctrl + Direitos, marcando seu primeiro compromisso oficial desde as cerimônias do Nobel, em dezembro. A princesa escolheu um evento voltado à participação ativa dos jovens em políticas públicas, o que reforçou sua atuação em pautas sociais e de cidadania. Ao falar com jornalistas, ela adotou tom firme e demonstrou sensibilidade ao abordar o caso, além de expressar solidariedade às vítimas. A participação também evidenciou sua disposição em se posicionar com clareza diante de temas delicados e de grande repercussão.
A Polícia Federal segue com as investigações para identificar todos os envolvidos e responsabilizar os autores.
Perguntas e respostas
Uma ação da PF contra rede de abuso sexual.
Três suspeitos.
Sim. A PF busca identificar outros envolvidos.









