Vídeo forjado: investigação aponta tentativa de esconder erro que matou criança de 6 anos; Veja vídeo

A Polícia Civil do Amazonas concluiu que a médica Juliana Brasil teria articulado a produção de um vídeo adulterado para tentar justificar o erro no atendimento que resultou na morte do menino Benício Xavier, de 6 anos, em Manaus.

De acordo com a investigação, o material foi utilizado pela defesa para sustentar a tese de falha no sistema do Hospital Santa Júlia, alegando que a prescrição de adrenalina intravenosa teria sido gerada automaticamente. No entanto, perícia técnica apontou que o vídeo passou por edição e não representava a realidade do sistema.

Contatos para montar versão

As apurações indicam que, dias após a morte da criança, a médica entrou em contato com outros profissionais da área da saúde com o objetivo de montar o conteúdo. A intenção seria simular um erro no sistema que justificasse a conduta adotada durante o atendimento.

Mensagens analisadas mostram pedidos diretos por ajuda na gravação e edição do vídeo, o que reforçou a linha investigativa sobre tentativa de manipulação de provas.

Aplicação inadequada foi decisiva

O caso ocorreu no dia 23 de novembro, quando Benício recebeu adrenalina diretamente na veia. Segundo a polícia, a via de administração e a dosagem não eram indicadas para o quadro apresentado pela criança.

Após a aplicação, o menino sofreu sucessivas paradas cardíacas e não resistiu, o que levou à abertura de investigação para apurar possível erro médico.

Repercussão e desdobramentos

A conclusão da polícia intensificou a repercussão do caso e levantou questionamentos sobre a conduta adotada após o atendimento. A suspeita de tentativa de encobrir o erro agravou ainda mais a situação.

O caso segue em andamento e deve ter novos desdobramentos à medida que as autoridades aprofundam a apuração dos fatos.

O que a polícia concluiu?

Que houve tentativa de manipular um vídeo para justificar o erro.

Qual foi o erro apontado?

Aplicação inadequada de adrenalina.

Onde aconteceu o caso?

Em Manaus, no Hospital Santa Júlia.




Karolina silva

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