A investigação sobre a morte do cabeleireiro José Roberto Silveira, de 59 anos, avançou de forma decisiva neste domingo (30/11). A polícia prendeu Aercio Leonardo, de 25 anos, e Claudeni Barreto, de 19, na cidade de Tavares, na Paraíba. As autoridades transferirão ambos para São Paulo, onde eles cumprirão prisão preventiva enquanto as investigações sobre o crime que chocou a comunidade do Alto de Pinheiros continuam.
Imagens de Segurança Ajudam a Localizar a Dupla
Segundo a Secretaria da Segurança Pública, as equipes identificaram os suspeitos por meio de relatos de testemunhas e imagens de câmeras que registraram a fuga. A pasta confirmou que já prepara o encaminhamento dos dois para a capital paulista, onde continuarão sendo interrogados. A identificação rápida ocorreu após a análise minuciosa da movimentação na casa da vítima e das gravações obtidas no entorno.
Vítima Era Querida e Mantinha Salão Há Décadas
José Roberto Silveira era uma figura tradicional no bairro. Desde o início dos anos 2000, ele comandava um salão no térreo do sobrado onde também morava com sua mãe, de 98 anos. As autoridades encontraram o cabeleireiro morto no dia 22 de novembro, com as pernas e os punhos amarrados, amordaçado e com hematomas no corpo, incluindo braços, ombros e nariz. A violência do crime chamou atenção e mobilizou rapidamente a polícia. Exames periciais estão em andamento para definir a dinâmica exata da morte.
Falso Suspeito Chega a Ser Investigado
Na quarta-feira (26/11), a polícia ouviu um homem que confessou o crime, mas depois descartou a versão dele. Ele apresentou informações que não coincidiam com as evidências coletadas pelo inquérito. O caso segue sob responsabilidade do 14º Distrito Policial de Pinheiros, com apoio do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, que continua analisando evidências e cruzando dados para definir a participação de cada suspeito.
O avanço nas investigações reforça a expectativa de esclarecer a motivação do crime e garantir justiça para a vítima.
Perguntas e Respostas
Por meio de testemunhas e imagens de segurança captadas durante a fuga.
Ele mantinha um salão há mais de 20 anos no local onde morava com a mãe.
A polícia o descartou após ele fornecer informações incompatíveis com o inquérito.





