A família de Ivone Rondon, de 98 anos, decidiu transformar o momento de despedida em uma homenagem marcada por simbolismo e forte ligação com o Pantanal. Após cumprir o desejo da matriarca, que pediu para ser cremada, os familiares espalharam suas cinzas no bosque da Fazenda Barra Mansa e misturaram o material às sementes de ipê. Dessa forma, eles buscaram eternizá-la na terra que ela sempre valorizou. Além disso, o ritual permitiu que todos expressassem afeto e respeito pela história construída ao longo de quase um século.
Neto relata impacto emocional da despedida
O empresário Renato Rondon, neto da matriarca, explicou que escolheu o local porque ele representava memória, vínculo familiar e identidade pantaneira. Ele afirmou que Ivone carregava essa essência em toda a sua trajetória e, por isso, transmitiu esses valores às gerações seguintes. Além disso, Renato destacou que o gesto simboliza continuidade, já que o ipê floresce com intensidade mesmo depois de longos períodos de seca. Assim, a família realizou a cerimônia na fazenda e compartilhou o momento nas redes sociais, o que emocionou amigos e seguidores que enviaram diversas mensagens de apoio.
Ritual reforça vínculo familiar e tradição pantaneira
A família explicou que a mistura entre as cinzas e as sementes representa renascimento, já que o ipê floresce com força mesmo após longas estiagens. Além disso, os familiares destacaram que o gesto reforça a ligação de Ivone com o Pantanal e mantém viva a memória da matriarca no ambiente que ela tanto valorizava. Dessa forma, o ritual ganhou significado de continuidade, porque os parentes decidiram preservar a história da avó e transmitir às próximas gerações o mesmo sentimento de pertencimento.
Perguntas e Respostas:
Porque o ipê simboliza renascimento, força e identidade pantaneira.
Ela desejava ser cremada, e a família cumpriu integralmente essa vontade.
No bosque da Fazenda Barra Mansa, local simbólico para a família.








