Mercados iniciam o dia em queda com pressão sobre bolsas globais e criptomoedas

Investidores acompanham recuo dos índices futuros nos Estados Unidos, baixa das bolsas asiáticas e queda do minério de ferro

Os mercados internacionais iniciam esta manhã em tom negativo, refletindo a cautela dos investidores diante do cenário econômico global. Os índices futuros de Nova York operam em queda, acompanhados pelas principais bolsas da Ásia e da Europa.

Nos Estados Unidos, o movimento é liderado pelas empresas de tecnologia. O Nasdaq Futuro recua 1,05%, enquanto o S&P 500 Futuro cai 0,56%. Já o Dow Jones Futuro registra baixa mais moderada, de 0,03%.

Ásia fecha majoritariamente no vermelho

As bolsas asiáticas encerraram o pregão sem direção positiva. O Nikkei, do Japão, caiu 1,31%, enquanto o Hang Seng, de Hong Kong, recuou 1,15%. Na China, o índice de Xangai perdeu 0,74%.

Na Índia, o Nifty 50 caiu 0,44%, enquanto o ASX 200, da Austrália, fechou com baixa de 0,70%.

Europa também opera em queda

Os principais mercados europeus acompanham o sentimento negativo. O índice pan-europeu STOXX 600 recua 0,30%.

Entre os principais indicadores do continente, o DAX, da Alemanha, cai 0,25%; o FTSE 100, do Reino Unido, perde 0,17%; e o FTSE MIB, da Itália, recua 0,23%. A exceção é o CAC 40, da França, que registra leve alta de 0,03%.

Commodities pressionadas

No mercado de commodities, o petróleo apresenta correção após recentes avanços. O barril do WTI cai 0,84%, negociado a US$ 92,26, enquanto o Brent recua 0,55%, cotado a US$ 94,51.

O minério de ferro também opera em queda. O contrato negociado na bolsa de Dalian, na China, recua 0,91%, encerrando a sessão a 766 iuanes por tonelada, equivalente a aproximadamente US$ 113,08.

Bitcoin amplia perdas

Entre os ativos digitais, o Bitcoin acompanha o movimento de aversão ao risco dos mercados globais. A criptomoeda registra queda de 1,63% e é negociada na faixa de US$ 62,6 mil.

O desempenho negativo das bolsas, das commodities e das criptomoedas reforça o clima de cautela dos investidores, que seguem monitorando indicadores econômicos, perspectivas para os juros nas principais economias e os impactos do cenário internacional sobre os mercados financeiros.

Fabíola Maria Costa Silva

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