Polícia desarticula esquema que vendia celulares por até r$ 80 mil dentro de presídios; Veja vídeo

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Uma operação foi deflagrada contra um esquema criminoso.A ação ocorreu em unidades do sistema penitenciário do Paraná.Celulares e drogas eram introduzidos em presídios, segundo a investigação. A Polícia Civil do Paraná (PCPR) e a Polícia Penal do Paraná (PPPR) deflagraram, na manhã desta quarta-feira (20/5), uma operação para desarticular um esquema criminoso de entrada de […]

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Uma operação foi deflagrada contra um esquema criminoso.
A ação ocorreu em unidades do sistema penitenciário do Paraná.
Celulares e drogas eram introduzidos em presídios, segundo a investigação.

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) e a Polícia Penal do Paraná (PPPR) deflagraram, na manhã desta quarta-feira (20/5), uma operação para desarticular um esquema criminoso de entrada de celulares e drogas dentro de unidades do sistema penitenciário paranaense.

PCPR/Divulgação

De acordo com as investigações, os aparelhos eram vendidos dentro das cadeias por valores que chegavam a até R$ 80 mil. A ação policial foi realizada simultaneamente em cidades do Paraná e também em Balneário Camboriú, em Santa Catarina.

Ao todo, foram cumpridos nove mandados de prisão preventiva, nove mandados de busca e apreensão e 12 ordens judiciais de sequestro de bens.

esquema envolvia servidores e presos

As investigações apontam que entre os alvos da operação estavam monitores de ressocialização prisional, pessoas privadas de liberdade e outros suspeitos ligados ao esquema.

O grupo é investigado por facilitar a entrada de celulares e drogas nas unidades prisionais, além de movimentações financeiras suspeitas.

Segundo os investigadores, o esquema teria sido identificado após a apreensão de um celular dentro de uma unidade prisional no fim de 2024.

celulares eram vendidos por valores altos

De acordo com a apuração, cada aparelho celular chegava a custar cerca de R$ 40 mil dentro das penitenciárias.

Em alguns casos, o valor teria chegado a R$ 80 mil por um único aparelho, segundo informações levantadas pela investigação.

A polícia também identificou indícios de lavagem de dinheiro para ocultar os lucros obtidos com o esquema criminoso.

investigação aponta crimes diversos

Os suspeitos poderão responder por corrupção ativa, corrupção passiva, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e inserção de aparelho telefônico em estabelecimento prisional.

Parte dos investigados já possuía antecedentes criminais e, segundo a polícia, continuava atuando mesmo dentro do sistema penitenciário.

A Polícia Penal destacou que o combate a comunicações clandestinas em presídios é uma das prioridades para evitar a atuação de facções criminosas.

Perguntas e respostas:

É crime entrar com celular em presídio?

Sim. A entrada de aparelho telefônico em presídios é proibida por lei.

Quem facilita a entrada de objetos ilegais pode ser preso?

Sim. Pode responder por corrupção e outros crimes relacionados.

Presos podem ser investigados mesmo dentro da cadeia?

Sim. Pessoas privadas de liberdade também podem responder por novos crimes.




Karolina silva

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