Policiais militares do 2º Comando Regional prenderam um homem, de 21 anos, na noite desta última sexta-feira (15), em Poconé, após denúncia de violência doméstica. As equipes do Grupo de Apoio (GAP) apreenderam duas pequenas barras de ouro e R$ 34.190 em espécie dentro da residência do suspeito, no Residencial Araras.
A vítima, de 18 anos, apresentou lesões pelo corpo e relatou que o namorado a agrediu com socos, chutes e puxões de cabelo. Ela também informou aos policiais que o suspeito escondia ouro e dinheiro de origem ilícita na casa. A Polícia Militar encaminhou o caso para a Polícia Civil.
PM encontrou ouro e dinheiro escondidos embaixo da cama
Os policiais encontraram o casal em frente ao imóvel no momento da abordagem. A jovem confirmou as agressões e autorizou a entrada das equipes. O suspeito tentou impedir a ação policial, mas os militares o contiveram e efetuaram a prisão em flagrante.
Durante as buscas, os policiais localizaram uma barra de ouro e grande quantidade de dinheiro escondidas embaixo da cama. Em seguida, os militares questionaram o suspeito, que afirmou trabalhar em uma empresa do ramo de mineração e confessou que desviava materiais e valores do local onde atuava.
O homem ainda revelou a existência de outra barra de ouro escondida na residência. A própria vítima entregou o material aos policiais. Segundo a PM, o suspeito pediu para não ser preso e alegou medo de perder o emprego.
Polícia Civil investiga origem do ouro e do dinheiro apreendidos
A Polícia Civil vai investigar a origem do ouro e do dinheiro apreendidos. O suspeito poderá responder por violência doméstica, lesão corporal, ameaça e crimes patrimoniais relacionados ao suposto desvio de materiais da empresa de mineração.
A lei considera violência doméstica qualquer agressão física, psicológica, moral, sexual ou patrimonial contra a mulher dentro de relações familiares ou afetivas.
A polícia pode investigar a procedência do ouro e enquadrar o caso em crimes como receptação, furto ou apropriação indébita.
Qualquer pessoa pode denunciar pelos telefones 180, 190 ou 197, sem precisar se identificar.






