Uma exposição gigantesca sobre Jeffrey Epstein chamou atenção em Nova York.
Milhões de páginas de arquivos parcialmente censurados foram colocadas em exibição pública.
A relação entre Donald Trump e Epstein também ganhou espaço na mostra.
A instalação temporária foi aberta entre os dias 8 e 21 de maio na Galeria Mriya, localizada na Rua Reade, em Nova York. Intitulada “Sala de Leitura Memorial Donald J. Trump e Jeffrey Epstein”, a exposição reúne todas as 3,5 milhões de páginas dos arquivos ligados ao financista Jeffrey Epstein.
The Institute for Primary Facts via Storyful
Segundo os organizadores do Instituto de Fatos Primários, os documentos foram distribuídos em 3.437 volumes dentro da galeria.
Os arquivos foram descritos como um “registro físico e inegável de corrupção, acobertamento e crime”.
Relação entre Trump e Epstein virou parte da mostra
Além dos documentos, uma linha do tempo detalhando a relação entre Donald Trump e Jeffrey Epstein passou a integrar a instalação.
Uma sala de leitura também foi montada para visitantes interessados em acessar os arquivos expostos.
A mostra rapidamente começou a repercutir nas redes sociais e em veículos internacionais.
Memorial às vítimas também foi criado
A exposição incluiu ainda um memorial dedicado às vítimas de Jeffrey Epstein.
Velas elétricas foram colocadas no espaço em homenagem às pessoas afetadas pelos crimes ligados ao financista.
Os organizadores afirmaram que a proposta da instalação seria manter o tema em evidência pública.
Vídeos mostram interior da exposição
Imagens enviadas à Storyful pelo Instituto de Fatos Primários mostraram detalhes da galeria e um tour pelo local.
As gravações exibiram corredores repletos de volumes dos arquivos parcialmente censurados.
A instalação segue aberta ao público até o dia 21 de maio.
Perguntas e respostas:
Jeffrey Epstein foi um financista envolvido em investigações e acusações relacionadas a crimes sexuais.
Os documentos apresentados fazem parte de arquivos parcialmente censurados já divulgados anteriormente.
A mostra inclui uma linha do tempo sobre a relação entre Trump e Epstein, mas não apresenta conclusões judiciais no local.







