Uma força-tarefa mobilizou policiais militares, policiais penais, equipes de inteligência e apoio aéreo após um roubo na empresa Mega Vidros, no bairro Jardim Itália, em Campo Novo do Parecis, na manhã de sábado (09). O prejuízo estimado da empresa chega a R$ 100 mil. A PM apreendeu um adolescente e mantém buscas por outro suspeito.
Policiais militares localizaram os criminosos na Avenida Olacyr de Moraes durante a fuga em uma motocicleta. Os suspeitos atropelaram um ciclista, perderam o controle da moto e correram para um milharal às margens da rodovia.
Um dos criminosos atirou contra os policiais durante a perseguição. A equipe reagiu à agressão para preservar a integridade dos agentes. Após a troca de tiros, os suspeitos desapareceram no milharal.
Adolescente confessa participação e aponta planejamento do crime
Horas após o cerco policial, um adolescente saiu do milharal e se entregou aos policiais militares. Durante depoimento, ele confessou participação no roubo e afirmou que o próprio tio planejou a ação criminosa junto de um homem conhecido pelo apelido de “Morte”.
Policiais apreenderam uma garrucha calibre .22, R$ 5.860 em dinheiro e a motocicleta utilizada no crime. As equipes encaminharam todo o material para a delegacia.
O suspeito conhecido como “Morte” continua foragido. Segundo a Polícia Militar, ele fugiu levando parte do dinheiro roubado e utilizou um revólver calibre .32 durante o confronto armado.
Apoio aéreo reforça buscas na região
A Associação de Pilotos de Paramotor Asas do Parecis reforçou a operação com apoio aéreo. Os pilotos auxiliaram as equipes na varredura do milharal e no monitoramento da área de fuga.
A Polícia Militar mantém diligências ininterruptas para localizar os demais envolvidos no assalto. Equipes intensificam o patrulhamento e monitoram possíveis rotas de fuga na região.
A Polícia Civil conduz as investigações e deve identificar outros participantes do crime, além de apurar a origem das armas apreendidas durante a ocorrência.
A Justiça pode aplicar medidas socioeducativas previstas no ECA.
A lei prevê pena que pode chegar a 15 anos de prisão.
O cidadão pode ligar para o 181 ou acionar a PM pelo 190.



