Uma mulher denunciou o ex-companheiro, um personal trainer, por agressões físicas, ameaças de morte e destruição de bens em Lucas do Rio Verde (MT). Ela registrou boletim de ocorrência e divulgou nas redes sociais vídeos e prints de conversas que mostram parte dos episódios de violência.
Segundo o relato, o homem não aceitou o fim do relacionamento e iniciou uma sequência de comportamentos agressivos. Ele empurrou a vítima durante uma discussão, a ameaçou de morte e a insultou verbalmente.
Suspeito destrói objetos e foge antes da chegada da polícia
A vítima afirmou que o agressor quebrou objetos pessoais, destruiu perfumes e danificou sua motocicleta. Ela gravou parte da ação e acionou a polícia imediatamente.
Quando a equipe chegou ao local, o suspeito já havia fugido. Em seguida, a mulher procurou a delegacia, formalizou a denúncia e solicitou medida protetiva de urgência. Ela também pediu ressarcimento pelos prejuízos materiais.
Conversas indicam possíveis casos anteriores
A repercussão do caso aumentou após a vítima publicar prints de conversas com terceiros. Nas mensagens, pessoas afirmam que o personal trainer já apresentou comportamento agressivo em outros relacionamentos.
Em um dos trechos, uma pessoa relata que já havia alertado sobre a conduta do suspeito. A vítima também informou que policiais civis reconheceram possíveis registros anteriores envolvendo o nome do homem, informação que ainda será investigada oficialmente.
Violência doméstica cresce e preocupa autoridades
O caso reforça um cenário preocupante no Brasil. Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública indicam alta incidência de violência doméstica, com registros frequentes em diversos estados, incluindo Mato Grosso.
A Lei Maria da Penha garante proteção às vítimas e permite que a Justiça determine medidas rápidas, como afastamento do agressor e proibição de contato.
Uma mulher denunciou o ex por agressões, ameaças e destruição de bens após o término do relacionamento.
Conversas divulgadas indicam relatos anteriores, mas a polícia ainda investiga oficialmente.
Ela registrou boletim de ocorrência, pediu medida protetiva e apresentou provas às autoridades.







