O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, analisou o novo movimento na disputa comercial nos Estados Unidos. Nesta sexta-feira (20/2), o presidente Donald Trump assinou decreto que reduz para 10% as tarifas sobre produtos estrangeiros. Dias antes, a Suprema Corte dos Estados Unidos derrubou taxas impostas pelo próprio governo norte-americano.
Foto/ Vídeo: agenciabrasil
Haddad afirmou que a mudança não compromete a competitividade brasileira. Ele reforçou que o governo sempre sustentou que as tarifas prejudicariam o consumidor dos Estados Unidos, que consome produtos brasileiros diariamente.
Governo brasileiro mantém posição firme
Haddad declarou que o Brasil não perdeu espaço no mercado internacional. Segundo ele, a equipe econômica avaliou desde o início que as tarifas teriam efeito limitado sobre as exportações brasileiras.
O ministro destacou que o governo norte-americano revisou gradualmente as alíquotas, especialmente em produtos de consumo de massa. Ele afirmou que o Brasil manteve diálogo diplomático constante para preservar seus interesses comerciais.
Instabilidade gera cautela no cenário externo
Haddad reconheceu que as mudanças frequentes nas regras tarifárias criam incerteza no ambiente econômico. Ele admitiu que essa instabilidade afeta o planejamento, mas avaliou que o período de tensão deve durar pouco.
O ministro afirmou que o Brasil enfrenta o cenário com estratégia e responsabilidade fiscal. Ele ressaltou que o país mantém relações comerciais diversificadas, o que reduz impactos isolados.
Diplomacia brasileira acelera solução
Haddad creditou avanços recentes à atuação diplomática do Brasil. Ele declarou que o país reage com agilidade e busca soluções equilibradas diante dos desafios internacionais.
O ministro concluiu que o Brasil superou o momento com postura firme e técnica, preservando sua competitividade no comércio exterior.
Perguntas e respostas
Fernando Haddad, ministro da Fazenda.
Ele reduziu as tarifas para 10%.
Não. Haddad afirma que o país manteve sua posição.







