Felipe Bressanin Pereira, o Felca, entrou no debate sobre a morte brutal do cão Orelha e levou milhões de seguidores a refletirem sobre a violência contra animais no Brasil. O cachorro comunitário, idoso e muito querido na Praia Brava, em Florianópolis (SC), morreu após sofrer agressões graves cometidas por adolescentes em janeiro deste ano.
Felca não suavizou o tom. Ele afirmou que considera positiva a grande repercussão do caso. Para o influenciador, o choque coletivo revela que a sociedade ainda reage diante da crueldade. Ele rebateu críticas de quem considerou o assunto exagerado nas redes sociais.
A indignação que não pode esfriar
Felca declarou que se incomoda com a ideia de que o assunto “já deu”. Ele defendeu que casos como o de Orelha precisam incomodar. Segundo o influenciador, a revolta demonstra consciência social.
Ao mesmo tempo, ele alertou para o risco do esquecimento. “O Carnaval vai passar e mais três Orelhas vão ser agredidos”, afirmou. Com essa frase, ele reforçou que a comoção precisa virar ação concreta.
A proposta que pode mudar o cenário
Durante o vídeo, Felca apresentou uma sugestão direta: criar um disque-denúncia anônimo e disponível 24 horas para casos de maus-tratos a animais. Ele argumentou que muitas pessoas deixam de denunciar por medo ou falta de orientação.
O influenciador pediu que seus seguidores usem a indignação para pressionar autoridades e apoiar iniciativas legais. Ele afirmou que Orelha pode se tornar símbolo de proteção animal no país.
O caso que segue em investigação
O cão foi encontrado agonizando, com ferimentos graves na cabeça. Apesar do socorro veterinário, a equipe optou pela eutanásia devido à gravidade das lesões.
A Polícia Civil pediu a internação de um adolescente apontado como responsável pelas agressões. Três adultos foram indiciados por suspeita de coação. O Ministério Público de Santa Catarina solicitou a exumação do corpo e novas diligências.
Perguntas e respostas
A morte brutal do cão comunitário Orelha.
Criar um disque-denúncia anônimo contra maus-tratos.
Sim. O Ministério Público solicitou novas diligências.






