O apartamento do síndico Cléber Rosa de Oliveira, suspeito de matar a corretora de imóveis Daiane Alves de Souza, de 43 anos, sofreu invasão e depredação na tarde desta quarta-feira, 28 de janeiro, em Caldas Novas, no estado de Goiás. Além disso, pessoas também vandalizaram áreas comuns do prédio onde o crime aconteceu, o que ampliou a tensão entre moradores e exigiu a atuação da Polícia Militar. O advogado do síndico confirmou a invasão, enquanto vídeos oficiais mostram o rastro de destruição deixado no local. Dessa forma, o caso passou a envolver não apenas a investigação do homicídio, mas também novos crimes contra o patrimônio.
Invasores destruíram imóvel e deixaram pichações ofensivas
Durante a vistoria, a Polícia Militar encontrou o quadro de energia quebrado, móveis espalhados e uma televisão com a tela completamente destruída. Além disso, os invasores picharam as paredes com tinta vermelha e escreveram a palavra “assassino” em um dos cômodos. Assim, os danos indicam uma ação deliberada motivada por revolta. Em seguida, os policiais registraram os estragos e coletaram imagens para auxiliar na identificação dos responsáveis. Enquanto isso, a destruição do imóvel gerou preocupação entre os moradores do condomínio.
Áreas comuns também sofreram depredação
Além do apartamento, os responsáveis pelo vandalismo atingiram a recepção e outras áreas compartilhadas do condomínio. Sofás, janelas e paredes receberam pichações com ofensas direcionadas ao síndico, inclusive com menções diretas ao nome dele. Como resultado, o clima de insegurança aumentou no prédio. Portanto, as autoridades agora apuram tanto o homicídio da corretora quanto os crimes de invasão e dano ao patrimônio. Por fim, a polícia reforçou que atitudes de retaliação não substituem a Justiça e podem gerar novas responsabilizações criminais.
Perguntas e respostas:
Invasores destruíram o imóvel, danificaram móveis e deixaram pichações nas paredes.
No apartamento do suspeito e nas áreas comuns do condomínio, em Caldas Novas, Goiás.
O advogado do síndico confirmou a invasão, e a Polícia Militar registrou os danos.





