TRE-MT prepara força-tarefa integrada para enfrentar novos crimes eleitorais em 2026; veja vídeo

REPRODUÇÃO: MÍDIA NEWS
Política Vídeo principal 1min 54s
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A Justiça Eleitoral de Mato Grosso começou a estruturar ações preventivas para garantir a segurança e a lisura das eleições de 2026. A presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso, Serly Marcondes, afirmou que a Corte atuará com uma força-tarefa integrada para combater crimes eleitorais que possam comprometer o próximo pleito. A declaração foi feita durante coletiva de imprensa realizada nesta segunda-feira (26).

Segundo a magistrada, a dinâmica dos crimes eleitorais muda a cada eleição, o que exige atualização constante das estratégias de fiscalização e repressão. Para ela, o avanço tecnológico e as transformações sociais impactam diretamente o processo eleitoral, criando novas formas de ilícitos que demandam respostas específicas do poder público.

Crimes eleitorais mudam a cada eleição

Serly Marcondes destacou que não existe um modelo fixo de combate aos crimes eleitorais. De acordo com a presidente do TRE-MT, a cada ciclo surgem práticas diferentes, muitas vezes associadas a novas ferramentas de comunicação e estratégias de influência do eleitorado.

Ela explicou que esse processo acompanha o próprio desenvolvimento da sociedade. Assim como novos crimes aparecem, também surgem novas formas de enfrentamento. A Justiça Eleitoral, segundo a magistrada, precisa se antecipar a essas mudanças para preservar a integridade do processo democrático.

Força-tarefa integrada como estratégia central

Dentro desse planejamento, a presidente do tribunal ressaltou o papel do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso na articulação com outros órgãos. O objetivo é atuar de forma integrada, reunindo instituições de segurança, fiscalização e inteligência para identificar riscos e agir de maneira coordenada.

Essa atuação conjunta busca evitar que práticas ilegais ganhem força durante o período eleitoral. A estratégia inclui monitoramento, troca de informações e ações preventivas, ajustadas conforme o cenário identificado em cada município do Estado.

GGI adapta atuação conforme os riscos

Serly Marcondes também destacou a importância do Gabinete de Gestão Integrada. O GGI é responsável por coordenar uma força-tarefa específica voltada à prevenção e ao combate de ilícitos eleitorais.

Segundo a presidente do TRE-MT, a atuação do gabinete não é padronizada. Ela varia de acordo com os riscos mapeados em cada eleição. Regiões com maior histórico de ocorrências, por exemplo, recebem atenção diferenciada, com ações direcionadas e maior presença institucional.

Planejamento antecipado mira eleições de 2026

Embora o pleito ainda esteja a mais de um ano de distância, o tribunal avalia que o planejamento antecipado é fundamental. A ideia é reduzir vulnerabilidades e permitir respostas rápidas diante de qualquer tentativa de interferência ilegal no processo eleitoral.

A presidente reforçou que o foco não é apenas repressivo, mas também preventivo. O trabalho busca garantir que eleitores, candidatos e partidos tenham confiança no sistema eleitoral e nas instituições responsáveis pela condução das eleições.

Perguntas e respostas:

O que o TRE-MT está preparando para 2026?
Uma força-tarefa integrada para combater crimes eleitorais.

Por que novas estratégias são necessárias?
Porque os crimes eleitorais mudam a cada ciclo eleitoral.

Qual é o papel do GGI nesse processo?
Coordenar ações preventivas e de combate conforme os riscos identificados.

Fabíola Maria Costa Silva

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