Vídeo: ataque de organizada do Santos expõe escalada da violência entre torcidas

Vídeo

A quinta-feira (4/12) começou com mais um episódio grave envolvendo torcidas organizadas no país. Um grupo ligado ao Santos atacou um ônibus com torcedores do Internacional na BR‑101, em Itapema, no Litoral Norte de Santa Catarina. O confronto, registrado em vídeo, reforça um cenário preocupante de insegurança nas estradas após jogos do Brasileirão.

Como o ataque aconteceu

Imagens mostram ao menos seis ônibus da torcida santista interceptando o veículo colorado. Integrantes desceram com pedras e pedaços de madeira e passaram a atingir o ônibus do Internacional. O motorista tentou fugir dando ré pelo acostamento, enquanto objetos eram lançados contra as janelas. Os torcedores também relataram saques de pertences, prática que se repete em conflitos recentes entre facções organizadas.

Intervenção rápida, respostas lentas

A Polícia Rodoviária Federal conseguiu controlar a situação pouco depois do ataque. A Polícia Militar de Santa Catarina informou que mais detalhes serão divulgados quando as equipes finalizarem os levantamentos. Até o momento, não há registros de feridos ou detidos. Episódios semelhantes, porém, têm terminado com lesões graves nos últimos anos, o que pressiona as autoridades a reforçarem escoltas, monitoramento e rotas seguras para caravanas.

O clima tenso após a 37ª rodada

O encontro das torcidas ocorreu em um momento emocionalmente carregado. O Santos deixou a zona de rebaixamento depois de vencer o Juventude por 3 x 0. O Internacional, por sua vez, entrou no Z‑4 ao perder para o São Paulo pelo mesmo placar. A combinação ampliou o clima de rivalidade, mesmo sem relação direta entre as equipes na rodada.

Perguntas e respostas:

Ataques entre torcidas aumentam em anos de disputa acirrada?

Geralmente, sim, segundo levantamentos de segurança pública.

É possível rastrear caravanas como forma de prevenção?

Sim, com monitoramento integrado entre estados.

Organizadas podem ser suspensas após episódios assim?

Podem, conforme decisões judiciais e administrativas.

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