Tempestade de granizo deixa 152 feridos; Veja vídeo

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Uma forte tempestade de granizo atingiu Erechim, no Rio Grande do Sul, neste domingo (23/11) e provocou destruição, feridos e a decretação de situação de emergência. A violência do fenômeno surpreendeu moradores e causou impactos diretos em toda a cidade, que ainda contabiliza os prejuízos enquanto equipes trabalham para atender a população afetada.

Granizo atinge milhares de moradores e provoca correria

A tempestade atingiu bairros inteiros com pedras de gelo de tamanho significativo, que danificaram telhados, veículos e estruturas comerciais. Moradores correram para se proteger, mas muitos não conseguiram evitar os ferimentos. Ao menos 152 pessoas ficaram machucadas, a maioria atingida por telhas, estilhaços e pedaços de estruturas arrancadas pelo vento. Uma das vítimas permanece internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em estado estável.

A prefeitura informou que as consequências do temporal afetaram diretamente quase 26 mil moradores. A força da chuva deixou casas destelhadas, ruas destruídas e famílias desabrigadas. Até o momento, 12 pessoas estão sem moradia e recebem suporte dos serviços municipais.

Hospital fica lotado e atendimento emergencial é ampliado

A demanda por atendimento médico aumentou rapidamente após a tempestade. O hospital da cidade ficou lotado em poucos minutos, com feridos chegando de diferentes regiões. Diante da superlotação, as autoridades decidiram abrir uma unidade de pronto atendimento extra para desafogar o sistema de saúde. Equipes médicas trabalharam de forma contínua para garantir socorro a todos.

Profissionais relataram que boa parte das vítimas apresentava cortes profundos, escoriações e contusões causadas pelo impacto das pedras de gelo e pelos materiais arremessados pela força do vento. Apesar da gravidade da situação, as equipes conseguiram atender todos os afetados sem registro de óbitos.

Cidade decreta emergência e inicia força-tarefa

A prefeitura decretou situação de emergência para agilizar o apoio às famílias e acelerar o processo de reconstrução. Equipes de assistência social, defesa civil e obras percorrem os bairros para mapear danos, entregar lonas e auxiliar quem perdeu o telhado ou teve a casa comprometida. A força-tarefa permanece ativa até que as equipes restabeleçam os serviços essenciais.

Perguntas e respostas

Quantas pessoas ficaram feridas?

152 moradores sofreram ferimentos.

Quantas pessoas ficaram desabrigadas?

Doze pessoas perderam suas casas e recebem assistência.

Por que o hospital ficou lotado?

Os feridos foram atingidos por telhas, estilhaços e objetos arrancados pelo temporal.

Karolina silva

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