A Guarda Municipal de Várzea Grande prendeu, na tarde de quinta-feira (13), uma mulher de 30 anos que aplicou uma série de golpes usando falsos pagamentos agendados em comércios do bairro Cristo Rei. A suspeita agiu em sequência, enganando comerciantes e prestadores de serviço com a promessa de transferências bancárias que nunca se concretizaram.
Mulher agiu rapidamente em diversos estabelecimentos
Os guardas agiram após comerciantes denunciarem a ação da mulher. Uma loja de roupas informou que ela escolheu quatro peças e tentou pagar com “agendamento via aplicativo bancário”. Quando a gerente percebeu que o valor não caiu na conta, a golpista fugiu.
Os agentes intensificaram o patrulhamento e encontraram novas vítimas. Em outra loja, a mulher furtou produtos e tentou sair sem pagar. Funcionários a impediram e, diante da pressão, ela devolveu os itens e escapou novamente.
Suspeita repetiu golpe em lanchonete e salão de beleza
A golpista foi além. Em uma lanchonete, consumiu quatro cervejas e tentou aplicar o mesmo truque do pagamento agendado. Saiu sem pagar. Em seguida, ela seguiu até um salão de beleza, onde utilizou serviços de manicure e, mais uma vez, não pagou.
A manicure localizou a viatura da Guarda Municipal e relatou o ocorrido. Com as características da mulher em mãos – incluindo tatuagens e vestimentas específicas – os agentes rastrearam e localizaram a suspeita em uma distribuidora próxima.
Guarda agiu com firmeza e prendeu a golpista em flagrante
Os guardas identificaram a mulher pelas roupas e documentos. Ela confirmou o nome citado pelas vítimas. Ao perceber que seria presa, resistiu à abordagem, o que obrigou os agentes a algemá-la para garantir a condução até a Central de Flagrantes. A prisão ocorreu sem ferimentos aparentes.
A prisão levanta um alerta sobre um tipo de golpe cada vez mais comum: a falsa transferência via PIX agendado. Golpistas aproveitam a distração ou a falta de atenção de lojistas para aplicar fraudes, especialmente em estabelecimentos com grande fluxo de clientes.
Perguntas frequentes
É uma fraude em que o golpista simula uma transferência futura para enganar o comerciante e sair com produtos ou serviços sem pagar.
Verifique o extrato em tempo real no aplicativo do banco — não confie apenas no comprovante enviado.
Sim. A prática configura estelionato e pode resultar em prisão e responsabilização criminal.



