Motorista embriagado causa confusão em Cáceres e é preso após invadir praça com Hilux; veja vídeo

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Na madrugada de domingo (20), um homem de 33 anos causou pânico em Cáceres (222 km de Cuiabá) ao invadir com sua Toyota Hilux o calçadão da Praça Barão de Rio Branco. Testemunhas denunciaram o caso à Polícia Militar, que flagrou o motorista fazendo manobras perigosas, soltando fumaça com pneus queimados e colocando pedestres em risco.

Segundo os relatos, o homem não apenas invadiu a área de lazer, mas também ameaçou uma pessoa de morte. Em um ato ainda mais grave, ele tentou deliberadamente atropelar pessoas que caminhavam pela praça.

Policiais imobilizam motorista que resistiu à prisão

A Polícia Militar chegou rapidamente ao local após receber denúncias. Os agentes abordaram o motorista, que resistiu à prisão e obrigou os policiais a algemá-lo. O homem apresentava claros sinais de embriaguez, mas se recusou a fazer o teste do bafômetro.

Após contê-lo, os policiais o encaminharam à Delegacia de Cáceres, onde ele permaneceu detido. A PM também aplicou duas notificações de trânsito pela infração gravíssima. A Hilux foi apreendida.

Ato pode gerar indenizações e agravar punição

Além da prisão e das multas, o motorista pode enfrentar ações civis. As vítimas da conduta violenta podem ingressar com pedidos de indenização por danos morais e materiais. Advogados especializados afirmam que quem age de forma tão imprudente em via pública responde tanto criminal quanto civilmente.

O Código de Trânsito Brasileiro classifica dirigir sob influência de álcool como infração gravíssima, com multa superior a R$ 2.900, suspensão da CNH por 12 meses e possibilidade de prisão.

Perguntas frequentes

O que acontece se eu invadir uma praça com um carro?

Você pode ser preso, multado, perder a CNH e ainda responder por tentativa de homicídio.

Recusar o bafômetro dá cadeia?

Não dá cadeia imediata, mas gera multa, suspensão da CNH e pode agravar a pena se houver crime.

Posso processar um motorista bêbado que me ameaçou?

Sim. Você pode pedir indenização por danos morais e materiais na Justiça.

Mhylenna

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