Uma situação alarmante foi registrada na tarde desta quarta-feira (19) no bairro Jardim Aquário, em Cuiabá. Um motorista ficou atolado em um buraco repleto de lama e água enquanto trafegava por uma rua que liga o bairro ao Coophema Coxipó, nas proximidades do Hotel Fazenda Mato Grosso. O episódio, filmado pelo próprio condutor, expõe um problema antigo enfrentado pelos moradores da região: a falta de infraestrutura viária.
Veículos afundam e moradores ficam sem passagem
O buraco engole qualquer carro que tenta atravessar a via. No vídeo, o motorista explica que essa situação se repete há meses e já fez pelo menos três vítimas.
“A rua nunca teve asfalto, e ninguém consegue passar. Já é o terceiro carro que atola aqui”, denuncia. Um vizinho que passava pelo local puxou o carro atolado com uma caminhonete e ajudou o motorista a sair da lama.
Rua sem asfalto vira armadilha para motoristas
Os moradores enfrentam dificuldades todos os dias. Durante as chuvas, o buraco fica ainda pior e impede a passagem de veículos. Sem manutenção, a situação só piora.
Moradores relatam que a prefeitura já recebeu diversas reclamações sobre o problema. No entanto, até agora, nenhuma equipe apareceu para resolver a situação.
Problema antigo e sem solução
De acordo com relatos dos moradores, a rua em questão sempre teve problemas, especialmente em períodos de chuvas, quando a lama e os buracos dificultam ainda mais o tráfego. A ausência de pavimentação e a falta de manutenção agravam a situação, colocando em risco a mobilidade e a segurança da comunidade.
Essa não é a primeira vez que moradores denunciam as péssimas condições das ruas do bairro. Nas redes sociais, vários usuários relataram que a situação vem se repetindo há anos e que pedidos de melhoria já foram feitos à prefeitura, mas até o momento nenhuma solução efetiva foi apresentada.
Perguntas frequentes
A rua não tem asfalto e um buraco enorme, cheio de lama e água, afunda os veículos que tentam passar.
Até agora, a Prefeitura não se manifestou e os moradores continuam cobrando uma solução.
Gravar vídeos, tirar fotos, registrar boletim de ocorrência e, se necessário, entrar na Justiça contra a Prefeitura.
