Criminosos atraíram, assassinaram e mutilaram a adolescente Emilly Azevedo Sena, de 16 anos, grávida de nove meses, em Cuiabá. Eles enforcaram a jovem com fios e abriram sua barriga para roubar o bebê. Policiais encontraram o corpo enterrado em uma cova rasa no quintal dos assassinos. O crime chocou Mato Grosso e levantou suspeitas sobre tráfico de crianças e rituais macabros.
Criminosos enganaram a vítima e cometeram o assassinato brutal
Nataly Helen Martins Pereira e Christian Albino Cebalho de Arruda armaram um plano cruel para atrair Emilly até a residência no bairro Jardim Florianópolis. Eles ofereceram roupas para o bebê da jovem, mas na verdade planejavam matá-la e ficar com a criança. Câmeras de segurança registraram o momento em que Emilly chegou ao local às 10h de quarta-feira, o dia do desaparecimento.
Os criminosos estrangularam Emilly com fios e abriram sua barriga para retirar o bebê. A perícia analisa as facas encontradas na casa para identificar qual delas os assassinos usaram no crime.
Casal enterrou o corpo e tentou registrar o bebê ilegalmente
Após o assassinato, os criminosos enterraram o corpo de Emilly no quintal da casa. Além de Nataly e Christian, outros dois homens participaram do crime, incluindo o irmão de Nataly, que ajudou a simular a gravidez dela para registrar o bebê como se fosse dela. Policiais prenderam todos os envolvidos antes que concluíssem a fraude.
Justiça pode condenar os criminosos a penas severas
A polícia enquadrou os acusados por homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver e fraude processual. Se condenados, eles podem pegar penas severas. A brutalidade do crime gerou revolta e acendeu um alerta sobre o perigo do tráfico de crianças no Brasil.
Perguntas frequentes
O casal Nataly Helen Martins Pereira e Christian Albino Cebalho de Arruda atraiu, assassinou e roubou o bebê de Emilly Azevedo Sena.
Os criminosos tentaram registrar a criança ilegalmente, mas a polícia descobriu a fraude e resgatou o bebê.
A polícia investiga se o crime teve ligação com tráfico de crianças ou um ritual macabro.






